Jon Johnson Fotografia

Jon Johnson Fotografia Na missão de eternizar memórias de pessoas reais em histórias reais.
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Existem entregas que só os artistas conhecem.Entregas de mudar a rota.De abandonar versões antigas de si mesmo.De se per...
19/05/2026

Existem entregas que só os artistas conhecem.
Entregas de mudar a rota.
De abandonar versões antigas de si mesmo.
De se perder tentando se encontrar de novo.
Às vezes a entrega falha.
Às vezes triunfa.
Mas ainda assim, é entrega.
Tem quem se entregue ao excesso.
Tem quem se entregue ao silêncio.
Tem quem se jogue sem saber onde vai cair.
Porque artista nenhum nasceu para ficar parado.
A arte exige movimento.
E nós também.

Valeu amadíssimo .osam_skrr

Locação do gigantes

Aos 50 anos.Quando esse ensaio chegou até mim, eu entendi que não era apenas sobre fotografar — era sobre traduzir uma h...
19/03/2026

Aos 50 anos.

Quando esse ensaio chegou até mim, eu entendi que não era apenas sobre fotografar — era sobre traduzir uma história.

Mas o que são, de fato, os 50 anos?

Não é só autonomia.
Não é só liberdade.
Não é apenas independência ou autoestima.

É tudo isso… e algo maior.

É a coragem de olhar para trás sem arrependimento e para frente sem medo.
É carregar no corpo e no olhar a soma de tudo que foi vivido, escolhas, erros, recomeços e conquistas.

Chegar aos 50 não é sobre um novo começo.
É sobre continuidade.

Uma continuidade mais consciente, mais intensa, mais verdadeira.

É quando a vida deixa de ser tentativa… e passa a ser decisão.

50 anos é o momento em que a mulher entende que não precisa mais pedir permissão.
Ela escolhe.
Ela define.
Ela vive.

É a fase onde o amor próprio deixa de ser busca… e se torna presença.

Onde ser dona de si não é um ideal é realidade.

E talvez seja exatamente isso que torna essa fase tão bonita:
a liberdade de ser, sem filtros, sem medo e sem desculpas.

Porque, no fim, 50 anos não é sobre o tempo que passou.

É sobre o poder de, finalmente, ser quem sempre se foi.

Obrigado por esse momento tão cheio de força.
Linda vida.

Com amor.
Jon

Aos 50 anos.Quando esse ensaio chegou até mim, eu entendi que não era apenas sobre fotografar — era sobre traduzir uma h...
19/03/2026

Aos 50 anos.

Quando esse ensaio chegou até mim, eu entendi que não era apenas sobre fotografar — era sobre traduzir uma história.

Mas o que são, de fato, os 50 anos?

Não é só autonomia.
Não é só liberdade.
Não é apenas independência ou autoestima.
É tudo isso… e algo maior.

É a coragem de olhar para trás sem arrependimento e para frente sem medo.
É carregar no corpo e no olhar a soma de tudo que foi vivido, escolhas, erros, recomeços e conquistas.
Chegar aos 50 não é sobre um novo começo.

É sobre continuidade.

Uma continuidade mais consciente, mais intensa, mais verdadeira.
É quando a vida deixa de ser tentativa… e passa a ser decisão.
50 anos é o momento em que a mulher entende que não precisa mais pedir permissão.

Ela escolhe.
Ela define.
Ela vive.
É a fase onde o amor próprio deixa de ser busca… e se torna presença.

Onde ser dona de si não é um ideal é realidade.

E talvez seja exatamente isso que torna essa fase tão bonita:
a liberdade de ser, sem filtros, sem medo e sem desculpas.

Porque, no fim, 50 anos não é sobre o tempo que passou.

É sobre o poder de, finalmente, ser quem sempre se foi.

Obrigado @elainers2009 por confiar e por mais esse ensaio poderoso.
Linda vida.

Com amor.
Jon

A arte sempre me pareceu um dom.Algo que nasce com o artista e que o impulsiona a encantar, impressionar e tocar as pess...
10/03/2026

A arte sempre me pareceu um dom.
Algo que nasce com o artista e que o impulsiona a encantar, impressionar e tocar as pessoas.

Sempre me fascinou a forma como um artista conduz aquilo que faz quase como um convite silencioso para atrair olhares e provocar momentos de leveza, de sutileza, de emoção.

Hoje, ser artista vai muito além dos padrões que um dia tentaram definir o que é arte.
Ser artista é criar. É mostrar ao mundo seu potencial, seus desejos, sua inquietação em crescer, em fazer acontecer e, acima de tudo, em transformar.

Ser artista já é, por si só, um dom.

Mas existe algo ainda mais bonito: quando o artista decide compartilhar o que sabe.
Quando ele transforma sua arte em ensinamento.

Porque a arte, quando dividida, deixa de ser apenas talento.
Ela se torna dignidade.
Ela se torna doação.
Ela se torna um legado.

Com amor.
Jon

Obrigado por esse momento lindo.
Aparelhos de Ginástica Rítmica:

"Do Quilombo ao Terreiro" mais do backstage e um olhar além da passarela, onde o percurso muda e o movimento se expande....
18/12/2025

"Do Quilombo ao Terreiro" mais do backstage e um olhar além da passarela, onde o percurso muda e o movimento se expande.

foto

Direção e produção Geral : DIH MORAIS

Um   daqueles! Gente linda, uma energia gostosa que tomou conta do lançamento do lançamento do samba-enredo 2026. Mais u...
11/12/2025

Um daqueles!
Gente linda, uma energia gostosa que tomou conta do lançamento do lançamento do samba-enredo 2026.

Mais uma cobertura daquelas que dá orgulho de fazer para .

E, claro… um gostinho dos bastidores pra você sentir o que aconteceu por lá.

Com amor.
Jon

Antes da estreia em Moçambique com a coleção “Quilombo Barro Preto”, tive a honra de fotografar meu amado amigo  no atel...
05/12/2025

Antes da estreia em Moçambique com a coleção “Quilombo Barro Preto”, tive a honra de fotografar meu amado amigo no ateliê dele o espaço onde tudo ganha forma e significado.

Foi um daqueles dias incríveis: conversa boa que flui, sorriso leve e uma força ancestral preenchendo cada detalhe. Preciso mostrar por aqui um pouco desse momento intenso, belo e carregado de axé.

Obrigado Dih pelo carinho e confiança de sempre.

Espero que curtam.

Com amor.
Jon

São Paulo é esse caos coreografado que ninguém entende, mas todo mundo sente. A gente produziu esse ensaio num dia cinza...
02/12/2025

São Paulo é esse caos coreografado que ninguém entende, mas todo mundo sente. A gente produziu esse ensaio num dia cinza, daqueles que parecem eternos… sexta-feira à tarde, bar vazio esperando a noite explodir. E ali, entre um fiapo de sol, um punhado de neblina e aquele fog cinzento que só SP sabe entregar, a cidade acabou virando cenário e personagem ao mesmo tempo.

Pegamos trechos curtos de luz, longos de poluição e infinitos de inspiração. Porque é assim que a gente vive São Paulo: nas mesas de bar, no barulho, no silêncio estranho, nos tons vibrantes, na pluralidade que te abraça e te empurra ao mesmo tempo.

E foi ali, na mesa de um bar, que a gente provou que arte não precisa de palco só de verdade. Essas fotos nasceram dessa mistura improvável, desse clima urbano que respira poesia mesmo quando finge que não.

Se foi só poesia? Não sei. Mas foi intenso, foi vivo, foi São Paulo pulsando diante da lente.

Valeu por construirmos essas lindezas de fotos.

Espero que curtam muito.

Com amor,
Jon.

Eu ia esperar até amanhã pra postar esse ensaio… mas aí pensei: pra quê? Hoje à noite pede poesia. Pede cidade. Pede ver...
29/11/2025

Eu ia esperar até amanhã pra postar esse ensaio… mas aí pensei: pra quê? Hoje à noite pede poesia. Pede cidade. Pede verdade.

Quero falar de São Paulo desse gigante que engole, abraça, acolhe e transforma. Esse foi o primeiro ensaio que fiz quando voltei pra cá. Um dia nublado, frio, típico da cidade… mas carregado de entrega, de presença. Porque aquela mulher, naquele cenário cinza, brilhava como farol.

Ela é mãe. É força. É coragem. É aquela ousadia bonita de quem anda firme mesmo quando o mundo aperta. É inspiração em movimento. Daquelas mulheres que puxam outras mulheres pra frente, que mostram na prática que dá pra buscar, pra fazer acontecer, pra correr atrás e virar referência sem nem perceber.

Então sim, eu encerro a noite falando de poesia. Porque poesia é vida. E mulher, ah… mulher é sinônimo de força que pulsa.

obrigado por acreditar, sempre!

Com vocês esse ensaio lindo.
Espero que gostem.

Com amor.
Jon

Quando conheci a Carol, ela estava ali, vendendo sua arte na beira da Praia de Boa Viagem, no ritmo do mar e da vida. Eu...
15/11/2025

Quando conheci a Carol, ela estava ali, vendendo sua arte na beira da Praia de Boa Viagem, no ritmo do mar e da vida. Eu, no meio de um papo cabeça com um amigo, mergulhado em conversas sobre recomeços, mudanças e essas viradas que a vida dá quando a gente menos espera.

Carol chegou falando exatamente sobre isso: reconstruir, se olhar com carinho, começar de novo, se reconectar com o que a gente é de verdade. E a conversa fluiu. Falamos sobre ser mãe solo, sobre as batalhas silenciosas, sobre o peso e a potência de ser gigante num mundo que vive tentando nos diminuir.

É louco, né? Ser gigante. Carol trouxe tudo com uma leveza absurda, com um sorriso que já dizia muita coisa. Menina paulista vivendo no Nordeste, aprendendo, desaprendendo e se reinventando tudo ao mesmo tempo.

E eu fico pensando que foi bonito demais encontrar Carol justamente numa fase em que nós dois estávamos ali, nos refazendo, rearrumando a casa interna, abrindo espaço pra uma nova história nascer.

Falamos sobre vida, futuro, filhos, força. Falamos sobre mulheres pretas, sobre coragem, sobre levantar mesmo quando tudo pesa. Falamos sobre recomeçar… e reconstruir.

Mas sabe o que não apareceu em momento nenhum? A palavra desistir. Essa aí nem passou perto. Não estava na conversa e não entra no dicionário de nenhum de nós.

Obrigado, Carol, por essa troca tão grande e tão simples ao mesmo tempo.

Com amor.
Jon

Endereço

São Paulo, SP

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