08/05/2026
Entre o Nepal e o Brasil. Em Baudikali, a Sra. Ojha e outras mulheres se organizaram por mais de quarenta anos em rede comunitária — sem título, sem remuneração, garantindo o zelo pela saúde de mães e bebês nas aldeias e vilarejos da região. No Brasil, em maio de 2024, o IPHAN reconheceu, por unanimidade, o ofício do partejar como Patrimônio Cultural Imaterial. Reconhecer é o primeiro passo; documentar é o que garante a continuidade. Em parceria com a Casa Lua Cheia e o Coletivo Matria, e com a colaboração da pesquisadora canadense Betty-Anne Daviss, a Distropya segue aprofundando esse registro prezando pela salvaguarda desses saberes— começando pelo Nordeste, com Nascentes Ancestrais e Matria (2025). Onde o saber dessas mulheres é reconhecido, ele segue permanentemente capaz de salvar vidas — aqui e em outros lugares. Arrasta pra ler a reportagem completa.