16/04/2026
tem coisas que vão muito além de um ensaio.
fotografar a no dia do seu aniversário já seria especial por si só. mas, dessa vez, foi diferente. eu entrei na casa dela… e, junto com isso, fui recebida naquilo que existe de mais precioso: a intimidade.
os pais, o irmão, a família, a mesa posta, o pão sendo dividido, as conversas leves, os olhares cheios de história. não era só sobre registrar um momento bonito, era sobre testemunhar o amor acontecendo na sua forma mais simples e verdadeira.
existe algo muito profundo quando alguém abre a porta da sua casa, mas principalmente quando abre a porta da sua vida. quando confia o suficiente para deixar que sua rotina, seus afetos e suas memórias sejam vistos, sentidos e guardados.
essas fotos foram feitas com emoção. com cuidado. com respeito por tudo aquilo que não se encena, mas se vive.
porque no fim… é isso que f**a.
depois que eu perdi minha mãe, entendi ainda mais o valor desses registros. o quanto é precioso ter guardado não só grandes momentos, mas a intimidade do cotidiano. aquilo que, muitas vezes, a gente nem percebe que um dia vai virar saudade.
fotografar dentro de casa é, pra mim, isso: um gesto de confiança e de amor. é eternizar o que é simples, mas insubstituível.