Paim Fotos e Filmes

Paim Fotos e Filmes Página dedicada a divulgação dos trabalhos fotográficos, de videografias.

O Ursinho Pooh sempre soube que as melhores coisas cabem em gestos pequenos. Acho que foi por isso esse tema tenha combi...
04/09/2026

O Ursinho Pooh sempre soube que as melhores coisas cabem em gestos pequenos. Acho que foi por isso esse tema tenha combinado tanto com esse aniversário.

Samira Bianck pensou nos detalhes com cuidado. A Maria Decor | Festas transformou esse cuidado em cenário, cor, textura, pequenos elementos que faziam a gente querer olhar duas vezes. E Dhone Kendy , no meio de tudo aquilo, acabou entregando o detalhe que decoração nenhuma consegue planejar: a emoção.

Foi uma festa bonita, sim. Mas a beleza estava também nas mãos que prepararam, nos olhos que acompanharam e naquele instante em que um pai percebe que o tempo está passando diante dele. Do que dependeu da gente, as fotos guardaram a festa e escondido dentro dela, tudo aquilo que ninguém colocou na decoração.

O vermelho atravessa essas fotografias como se tivesse movimento próprio. Mas aqui tem um contraste: a força do vermelho...
02/09/2026

O vermelho atravessa essas fotografias como se tivesse movimento próprio. Mas aqui tem um contraste: a força do vermelho e a tranquilidade de 𝐩𝐚𝐜𝐡𝐞𝐜𝐨 .

O corpo muda, ganha novas formas, outro peso, outro ritmo. E, ainda assim, existe uma força muito particular nessa fase. Diferente daquela força que precisa endurecer para provar alguma coisa, essa força pode sorrir, fechar os olhos, tocar a própria barriga e simplesmente habitar o corpo que está construindo outro corpo.

Essa é uma das coisas que eu mais gosto nos ensaios de gestante: fotografar uma mulher num momento em que seu corpo está fazendo algo que nenhuma fotografia consegue explicar por inteiro... A vida acontecendo ali por trás do clique, por trás do que estava sendo clicado.

De novo, algumas fotografias nossas chegaram até a Bride Association e voltaram premiadas.É bonito receber um prêmio. Ma...
21/08/2026

De novo, algumas fotografias nossas chegaram até a Bride Association e voltaram premiadas.

É bonito receber um prêmio. Mas, olhando para essas imagens juntas, percebo que o que mais me orgulha nelas aconteceu antes de qualquer jurado vê-las.

Leíse Carvalho pega de surpresa pelas crianças que transformaram seu véu em br**cadeira. Um cavalo sorrindo para Carolina Ferreira grávida. A doce Tayla descobrindo que o tecido também podia ser esconderijo. Dona Delá pequenininha diante de uma árvore imensa, sentada no lugar onde sua própria história aconteceu.

Mais do que nascer apenas para serem bonitas essas fotos são testemunhos. E a fotografia tem essa capacidade estranha de retirar um fragmento do fluxo das coisas e dizer: isso aconteceu. Aconteceu e eu estava lá com a câmera na mão e o olhar atento.

Por isso que todos esses prêmios têm um significado especial para mim principalmente nessa semana em que comemoramos o dia do fotôgrafo… Eles reconhecem a fotografia, claro. Composição, luz, instante, escolha. Mas aquilo que foi fotografado não pertence ao fotógrafo. Aquilo que foi fotografado pertence à vida…E eu estava lá para testemunhar.

Obrigado à Bride Association por, mais uma vez, reconhecer algumas dessas imagens. Obrigado aos jurados Jader Morais Fábio Gonzalez | Wedding Photographer Luciano Oliver e Babi Fidelis | Fotografia de Gestante e Familia por acolherem essas histórias e acreditarem que elas era dignas de destaque. Obrigado ao meu querido amigo e mentor Fotográfo de casamento - Rewind por todo ensinamento e me mostrar que posso acreditar no meu trabalho… E principalmente às pessoas que confiaram em nós o suficiente para que pidéssemos estar presente quando elas aconteceram.

Lara Seara disse que eu tinha combinado com Maria Helena. Que só por isso ela ria pro avô (ver a última foto…) e fechava...
08/08/2026

Lara Seara disse que eu tinha combinado com Maria Helena. Que só por isso ela ria pro avô (ver a última foto…) e fechava a cara pra câmera qd ia para outros colos, parecendo até que realmente fez um trato comigo sem ninguém ver…

Não combinei nada. Só reconheço, há 25 anos, o rosto de quem olha pra alguém com a certeza de que ali não vai acontecer nada de ruim. Eu tinha 18 quando Venilton me acolheu na prefeitura de Santa Luzia, onde eu era só um concursado começando, sem câmera nenhuma na mão. Ele e a esposa Irani cuidaram de mim sem precisar.

Anos depois virei fotógrafo. Fotografei a formatura de Vini, o mesmo menino que vi crescer, e eu ali presente sem caber só na legenda de “convidado”. Fotografei Maria Helena ainda na barriga da mãe. E agora fotografei o primeiro giro completo do ano dela.

Não sei fingir neutralidade com essa família. Sou suspeito. Toda vez que entro numa casa dessas pra fotografar, entro carregando um pedaço de dívida que nunca vou pagar de verdade, porque gratidão não se salda, só se retribui em fragmentos. Talvez seja por isso que Maria Helena riu pro avô do jeito que riu, mas não era pq eu tinha combinado nada com ela… E sim porque, quando alguém aponta a câmera com afeto de verdade, até uma criança de um ano sente que aquele não é um estranho segurando o aparelho.

Fico pensando no que essa família vai continuar me dando pra fotografar. Um novo aniversário, uma nova formatura, um giro que ainda não chegou. E fico pensando se, quando alguém chega à minha frente, eu acolho do jeito que Venilton me acolheu… Porque já diz aquele ditado “Gentileza gera gentileza”. E é assim que eu quero sempre retribuir passando para frente tudo aquilo que fizeram de bom para mim.

Tem uma beleza curiosa nos ensaios de gestante ao ar livre. A luz nunca chega do mesmo jeito duas vezes. O vento muda. O...
04/08/2026

Tem uma beleza curiosa nos ensaios de gestante ao ar livre. A luz nunca chega do mesmo jeito duas vezes. O vento muda. O mar muda. Até o silêncio encontra outro caminho. Talvez seja por isso que eu sentisse tanta falta deles. Fotografar uma nova vida esperando para acontecer pede espaço. Pede horizonte.

Canavieiras nos recebeu exatamente assim.

Já fazia um tempo que eu sentia falta de fotografar um ensaio de gestante ao ar livre. Existe algo na luz, no vento e na liberdade desses lugares que transforma tudo em uma experiência ainda mais verdadeira.

Foi assim com a doce espera de Melissa.

E doce não é só pela delicadeza desse momento. É também pelo significado do seu nome, que carrega essa ternura antes mesmo de ela chegar ao mundo.

Enquanto fotografava, pensava que a gestação é exatamente isso: um tempo em que o amor aprende a ocupar espaço antes mesmo de ter um rosto.

Que privilégio testemunhar esse capítulo.

Que a Melissa encontre um mundo cheio de luz. E que, quando crescer, descubra nessas fotografias o quanto já era profundamente amada antes mesmo do primeiro abraço. 🤍

Passei anos estudando luz. Aprendi a posicioná-la, suavizá-la, endurecê-la. Aprendi a desenhar rostos e a controlar somb...
21/07/2026

Passei anos estudando luz. Aprendi a posicioná-la, suavizá-la, endurecê-la. Aprendi a desenhar rostos e a controlar sombras. Mas acho que eu estava fazendo a pergunta errada.

Nos últimos meses, depois da partida do meu pai, comecei a entender que uma fotografia não é iluminada apenas porque a luz bate bonito. Ela é iluminada quando a luz visível encontra alguma coisa que já existia dentro da pessoa.

Viajei mais de dois mil quilômetros para aprender direção fotográfica com a PAULA ROSELINI e voltei sabendo o que ela não é: não é conduzir alguém até uma pose e sim abrir um lugar onde essa pessoa possa, enfim, parar de representar.

Mais do que no curso, aprendi estando do outro lado como as fotografias não mostram uma versão melhor da pessoa, assim@como não mostram essa versão melhor de mim. Também não mostram quem eu sou por completo apesar delas mostrarem muito do que eu sou aparecendo e acontecendo ao mesmo tempo. Paula fez eu me encontrar num instante em que eu parei de tentar parecer alguma coisa. E pela primeira vez, eu me senti verdadeiramente visto por mim mesmo.

Nessas fotos eu estou muito pequeno nas dunas, estou deixando um rastro de pegadas. Estou lançando areia, quase infantil em minhas meninices. Nelas eu sou o homem contemplativo, um corpo cansado, um homem que chora. Mas também existe uma gargalhada enorme da criança que ri, com braços abertos, com movimento, uma espécie de euforia.

Descobri que é essa a fotografia que eu quero fazer daqui para frente. A que usa a luz visível para convidar a luz invisível da pessoa a aparecer. A luz que, em vez de revelar um rosto, consegue desvelar uma presença. A luz que nunca poderá ser copiada pela pela IA.

Obrigado, PAULA ROSELINI … Vc estava preocupada se valeria a pena para mim sair da Bahia para aprender contigo e você me ensinou muito mais do que vc mesma se propôs. Obrigado por aceitar a sua missão!

Mais 8 fotos premiadas pela Bride Association  nas categorias família e casamento com o tema Natureza!Natureza vem do la...
16/07/2026

Mais 8 fotos premiadas pela Bride Association nas categorias família e casamento com o tema Natureza!

Natureza vem do latim natura, que vem de nasci, nascer. Por isso cada uma dessas fotos parece um pequeno parto. A mãe que ri erguendo o filho contra o vento, com a serra desfocada ao fundo. Dante que recebe uma dentada de cachorro no meio da maré, e ri também, porque ainda não aprendeu a temer o que ainda não a machucou. A noiva atravessando a passarela de madeira sobre o mangue indo ao encontro do seu amado, como se o nevoeiro tivesse sido convocado pra testemunhar. A mesma noiva, sob flores penduradas na escuridão, iluminada como se a noite tivesse aberto uma clareira só pra ela. O casal deitado na areia, visto lá de cima, pequeno demais perto da força verde da mata e da espuma do mar.

As crianças sabem disso antes de nós. Uma delas, pendurada de cabeça pra baixo numa árvore. Ela nem estava posando… ela estava lembrando o corpo de uma liberdade que os adultos já esqueceram como se chama… ou tem vergonha de nomear pq acha que estão grandes demais para vivê-la.

Eu não escolhi esses cenários… fui convocado por eles: a serra, o mangue, a maré, a copa da árvore, pra registrar o que já estava acontecendo antes de eu chegar com a câmera.

F**a então a pergunta que a natureza sempre devolve a quem fotografa: quem, afinal, revela quem?

rewind | foto e filme tem me ensinado a revisitar minhas fotos e ao mesmo tempo me faz olhar com um@novo olhar para as novas! Obrigado, irmão!

Ricardo Thomes e Isabela Souza tinham planos. Chapada Diamantina, Itacaré, Ilhéus - lugares que a vida foi riscando do m...
23/06/2026

Ricardo Thomes e Isabela Souza tinham planos. Chapada Diamantina, Itacaré, Ilhéus - lugares que a vida foi riscando do mapa um por um, até sobrar só a fazenda dos pais dele, no meio da torra do café.

Ele estava trabalhando quando chegamos. Parou a torra, vestiu a roupa que tinha guardado pra esse dia, e topou ser fotografado no intervalo do próprio trabalho. Fizemos retrato dentro do secador de café tbm (última foto) - ideia da avó dele. Reparei depois: é ali, naquele calor e naquela fumaça e naquele pó, que se ganha o pão de cada dia. E foi exatamente ali, no lugar onde se ganha o pão, que também se fez a fotografia de dois corpos que escolheram um o outro.

Terminado o ensaio, Ricardo trocou de roupa outra vez e voltou pro trabalho. A pausa durou o tempo de um pôr do sol - mas foi o suficiente pra ficar.

Os lugares que sonharam não aconteceram. O que aconteceu, acho que vai ficar mais tempo na memória dos dois do que qualquer chapada.

Em breve, casamento…

Promoções costumam durar alguns dias.Mas algumas viram lembranças para a vida toda.A Tailane Santos foi a ganhadora da n...
20/06/2026

Promoções costumam durar alguns dias.

Mas algumas viram lembranças para a vida toda.

A Tailane Santos foi a ganhadora da nossa ação especial de Dia das Mães, realizada em parceria com a Superfarma. E o prêmio era um ensaio fotográfico.

O que ninguém imaginava é que, naquela tarde, a gente ganharia muito mais do que fotos.

Ganharíamos risadas sinceras, abraços apertados, conversas leves e a companhia da pequena Tayla, que conquistou todo mundo com seu jeito doce e seu sorriso fácil.

Fotografar mães e filhas sempre mexe com a gente. Porque existe uma linguagem que não precisa de palavras: um olhar que protege, uma mão que guia, um carinho que acalma.

Foi exatamente isso que vimos durante todo o ensaio.

Tailane, obrigado por confiar em nosso olhar para contar um pedacinho da sua história. E Tayla, você deixou essa tarde ainda mais bonita.

Nosso agradecimento especial à Superfarma, parceira de longa data, que mais uma vez acreditou na importância de criar experiências que aproximam pessoas e geram memórias de verdade.

Vocês entendem que uma fotografia não registra apenas como alguém era, mas principalmente o quanto alguém era amado naquele instante. ❤️

Super Farma , obrigado pela parceria de sempre.

Toda história tem uma personagem que insiste em não mudar.Há alguns anos eu fotografei Evelyn vestida de Bela, numa époc...
19/06/2026

Toda história tem uma personagem que insiste em não mudar.

Há alguns anos eu fotografei Evelyn vestida de Bela, numa época em que ela ainda cabia inteira dentro do conto de fadas. Tinha sete anos e a inocência de quem ainda não sabe que vai crescer. Eu já era a Fera nessa história como alguém precisa ficar de fora do brilho para poder vê-lo.

A Fera do conto aprende uma única lição, e é essa lição que sustenta a história inteira: aprende a ver além da aparência. Eu também tive que aprender a mesma coisa, só que ao contrário do que ensinam os contos de fada. Não foi para encontrar a beleza escondida debaixo de um disfarce horrível... Foi para encontrar, debaixo de toda a beleza evidente de uma menina de sete anos fingindo ser princesa, alguma coisa que a fantasia ainda não sabia nomear.

E foi ali, atrás da câmera, que entendi o que a Fera entende tarde demais no conto: o encantamento não está em quem usa a coroa, está em quem aceita olhar sem se deixar enfeitiçar pelo brilho dela.

Agora está para fazer 15 anos, e o vestido já não é fantasia. É ela mesma se reconhecendo princesa, sem precisar de um castelo encantado para provar isso.

Além da altura e od jeito de olhar pra câmera, as duas Belas mudaram muito. A criança de sete anos vestia a Bela como quem br**ca de ser. A jovem de quinze a usa como quem já sabe quem é. E eu segui aplicando a mesma lição de sempre - não fotografar o vestido, fotografar o que resiste depois que o vestido for esquecido numa gaveta.

E eu, do meu lado da história, continuo a mesma Fera mesmo sem precisar de transformação para enxergar o que há de mais bonito em quem está diante da lente. E essa é uma vantagem de ser Fera: ninguém espera que a Fera seja bonita, então ela é livre para passar a vida inteira aprendendo a ver, seja do alto de um castelo ou próximos a objetos que nos “falam” sobre as histórias que estamos contando; seja perto de uma princiesa que se permite ser vista além do vestido.

E você, quem foi a sua primeira princesa? E o que ela se tornou?

Endereço

Rua 02 De Julho
Camacan, BA
45880000

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