Multicor Laboratório Fotográfico, impressão fine art, digitalização de desenhos

🖤 A Alquimia entre Matéria e Imagem​Há projetos que exigem mais do que uma simples impressão; exigem um encontro perfeit...
28/05/2026

🖤 A Alquimia entre Matéria e Imagem

​Há projetos que exigem mais do que uma simples impressão; exigem um encontro perfeito entre suporte e sensibilidade.

​Recentemente, tivemos a honra de materializar no Atelier Multicor três obras da incrível artista e fotógrafa . O trabalho dela é um mergulho íntimo: fotografias de natureza feitas em grande formato, com uma câmera antiga, capturando a essência e a poesia do quintal de sua própria casa — uma pesquisa profunda que se transformou em um livro de artista "Urgências".

​Para dar vida a essas imagens em preto e branco, escolhemos a dedo o papel Hahnemühle Bamboo Gloss Baryta. E o resultado é pura textura e presença:

​🌿 Conexão Natural: Sendo o primeiro papel Fine Art do mundo feito com 90% fibras de bambu, ele carrega em sua própria composição a essência da natureza que Annete fotografa.

​🎞️ Resgate Analógico: O brilho sutil e a textura da baryta resgatam a nobreza e a profundidade dos papéis fotográficos tradicionais de laboratório, ideal para a riqueza de tons cinzas e pretos densos do grande formato.

​Arraste para o lado e repare no reflexo suave, na transição das sombras e na tridimensionalidade que essa união entre a alma da imagem e a nobreza do papel proporciona. ✨

​Cada detalhe importa. Cada escolha conta uma história.

25/12/2023
28/03/2022
Fotógrafo mistura técnica inovadora e sensibilidade para capturar imagens únicasO paulistano Fernando Bianchi é hoje...
16/12/2021

Fotógrafo mistura técnica inovadora e sensibilidade para capturar imagens únicas

O paulistano Fernando Bianchi é hoje um dos maiores nomes da fotografia nacional. Estudou no Instituto de Belas Artes de Porto Alegre nos anos 1980 e logo começou a se apaixonar pela fotografia artística, isso permitiu que ele explorasse toda a sua criatividade nos cliques. “Talvez a fotografia não seria o que é hoje se Fernando Bianchi não a tivesse adotada desde os 8 anos de idade. A fotografia de Fernando Bianchi é uma criação artística, ou seja, uma experiência que envolve a capacidade de atribuir a essa imagem toda a sensibilidade e a emoção que o acompanham nos diferentes procedimentos utilizados, “ afirma a curadora, Márcia Goldstein.
Bianchi foi destaque nas duas edições da exposição “Foto Estendida” na Galeria Ophicina em São Paulo (2015). Com exposições em Londres, Barcelona, Paris, Portugal, Itália e Brasil, foi escolhido em 2016 pela marca Jaguar, para expor suas obras na loja Conceito do JK Iguatemi, Projeto da Agência Rock Comunicação em conjunto com a galeria That’s it art. Suas fotos agregaram valor e contemporaneidade além de ajudar a complementar a decoração do espaço perfeitamente.

Conhecido internacionalmente por seu olhar único, ele busca em cada imagem algo surpreendente e que, quando se revela, mostra nuances que antes não eram notadas. Seja em suas fotos urbanas, de natureza ou mesmo geométricas, cada detalhe conta e traz à tona um artista singular. Um elemento constante em suas fotografias é a técnica especial de Revelação Digital desenvolvida por ele há cinco anos: A “High Revelation”.

Edith Derdyk é uma artista radical. Não se contenta em ficar na superfície das coisas. Está permanentemente experimentan...
13/12/2021

Edith Derdyk é uma artista radical. Não se contenta em ficar na superfície das coisas. Está permanentemente experimentando, dando continuidade a uma pesquisa incansável acerca do desenho – seu tema e sua linguagem por excelência –, tentando entendê-lo não como mero instrumento de representação, mas como forma de estar no mundo. “Desenho não é só coisa de lápis e papel”, repete ela, parafraseando Mário de Andrade na tentativa de explicar seu combate permanente contra uma visão cartesiana, instrumental e reducionista do meio.

Em Linha de Chamada, pesquisa que nasceu da vontade de aproveitar o momento de paralisia da pandemia para repensar modelos e paradigmas, Edith parte de uma base muito específica. Elege como ponto de partida a Geometria Descritiva ou Mongeana, técnica desenvolvida pelo matemático francês Gaspard Monge (1746–1818). Originalmente destinada à engenharia militar, este método-base do desenho técnico, que permite representar esquematicamente máquinas, instrumentos, objetos em representações bidimensionais, é um agente fundamental da revolução industrial, tornando possível a repetição fiel e exata de modelos objetivos. Visualmente, remete à estética de movimentos como o construtivismo russo ou o futurismo italiano, marcados por um forte grafismo e intimamente vinculados à uma ideia otimista de progresso. E, na reconfiguração formal e poética de Edith, torna-se um material ao mesmo tempo físico e simbólico.

Formada em Arquitetura e Urbanismo pela UEM/PR, Bárbara Godeny teve a criatividade e o olhar voltados para as cores desd...
08/12/2021

Formada em Arquitetura e Urbanismo pela UEM/PR, Bárbara Godeny teve a criatividade e o olhar voltados para as cores desde pequena. Até que em 2017 teve o primeiro contato com a aquarela. De lá pra cá, essa forma de expressão tomou conta da sua vida e sente que é a linguagem que prefere se comunicar: através da água, das cores e da luz.

Hoje se considera uma aquarelista em transformação que quer levar esse amor pela aquarela para o mundo! Com o propósito de trazer beleza e leveza através da arte, o lindo trabalho dessa super aquarelista com certeza vai te encantar! Dá uma olhadinha no pra conferir mais do trabalho dela!

Natural de São Paulo capital, Ari de Goes Junior tem a arte presente em sua vida desde a infância, quando as primeiras e...
06/12/2021

Natural de São Paulo capital, Ari de Goes Junior tem a arte presente em sua vida desde a infância, quando as primeiras expressões vieram dar a tônica criativa que o acompanham.

Iniciou sua carreira profissional com a aquarela e outras técnicas aos 14 anos de idade como layoutman em agências de propaganda. Desde então, pintou para livros, revistas, empresas nacionais e internacionais. Viveu no Hawaii - EUA durante 5 anos, onde se inspirou para iniciar a expressão artística individual através da aquarela. Ganhou diversos prêmios de criatividade, fotografia e estratégias de comunicação durante sua vida de diretor de arte e empresário executivo na área da comunicação. Hoje dedica sua vida à técnica da aquarela promovendo cursos, imersões criativas, workshops, aulas individuais e viagens em grupo. Trabalha principalmente em Plein Air - ao ar livre, onde explora o olhar criativo e o desenvolvimento da expressão artística individual. O lindo trabalho do pode ser o presente perfeito e uma super oportunidade pra quem ama arte em aquarela. Confira mais sobre o trabalho do artista em: https://www.aridegoesjunior.com.br/

Além de gravadora e desenhista, Mariannita Luzzati é uma das pintoras mais emblemáticas da geração 90. Ela, que hoje viv...
01/12/2021

Além de gravadora e desenhista, Mariannita Luzzati é uma das pintoras mais emblemáticas da geração 90. Ela, que hoje vive e trabalha entre São Paulo e Londres, iniciou seus aprendizados no começo da década de 1980, no Instituto per L’Arte e il Restauro, em Florença, Itália. Depois, chegou a estudar com Carlos Fajardo, Carmela Gross e Evandro Carlos Jardim. No final da mesma década, Luzzati começou a expor seu trabalho, participando de importantes salões em São Paulo, Curitiba e Rio de Janeiro. Em Paisagens Possíveis, Mariannita Luzzati apresenta 18 pinturas em grandes dimensões e cinco em pequenos tamanhos. Elas datam de 1990 a 2021, sendo seis das obras expostas pertencentes à coleção Figueiredo Ferraz. “Esses trabalhos nunca foram expostos juntos e isso me trouxe a oportunidade de analisar este percurso”, conta. Além da paisagem, como elemento uníssono na exposição Luzzati diz perceber “uma vontade de preservar um momento ‘imagem’ em cada um dos trabalhos”, o que a fez vivenciar a experiência em cada um deles novamente.

Nas palavras da própria artista, “uma paisagem carrega com ela aquele momento onde o ar está quente ou frio, úmido ou seco, e tudo isso influencia a busca da cor”. Para ela, essa exposição tem uma relação cromática delicada com contrastes mais ou menos pontuados; “percebo que a busca das cores hoje é muito específica e menos casual do que no passado”.

Nos últimos 20 anos de carreira, a pintora tem se dedicado à paisagem, em específico a brasileira. Sobre a pintura de Luzzati, Gabriel Pérez Barreiro, curador da última Bienal de São Paulo, escreveu: “Se a ambiguidade é o elemento central na tradição do paisagismo, Luzzati a explora amplamente por meio de seu tema e sua técnica. No nível da técnica, suas muitas e finas camadas de tinta à óleo criam uma difração ótica que torna as imagens e as bordas ligeiramente turvas e indefinidas, como se observadas através de um leve v***r ou ainda lusco-fusco”.

Um pouco desse extenso trabalho pode ser visto agora, em Ribeirão Preto, no Instituto Figueiredo Ferraz (IFF), fundado em 2011 por João Carlos Figueiredo Ferraz, entusiasta da arte e fomentador cultural falecido este ano.

Começando a investir em múltiplos e impressões? Os artistas fazem impressões por vários motivos. Eles podem ser atraídos...
29/11/2021

Começando a investir em múltiplos e impressões? Os artistas fazem impressões por vários motivos. Eles podem ser atraídos pela natureza colaborativa do estúdio de impressão, pelo potencial de inovação que o meio oferece, pelo potencial de uma impressão para documentar cada estágio de um processo criativo. Uma impressão "original" é tecnicamente uma obra única, visto que geralmente é produzida como um número limitado de impressões (conhecidas coletivamente como uma edição), e cada impressão recebe um número de edição, normalmente escrito como uma fração - por exemplo, 24/50 . O número à direita da barra indica o tamanho da edição (neste exemplo, 50), enquanto a figura à esquerda é o número da impressão individual.
Um artista também pode produzir um número limitado de provas do artista, muitas vezes marcadas A / P, que são de natureza idêntica à edição padrão. Aqui, novamente, as frações podem ser usadas para indicar o número total de provas e o número de impressão (por exemplo, A / P 1/4). Outras provas podem ser feitas em um estágio anterior, conforme o artista e o impressor desenvolvem uma imagem ou testam diferentes composições. Elas são conhecidas como provas experimentais. Eles podem ser exclusivos, com diferenças nas combinações de cores, tipos de papel ou tamanho. Andy Warhol começou a vender suas provas de teste como combinações de cores exclusivas, separadas da edição, e agora estas são algumas das obras mais cobiçadas de seu trabalho. Quando a imagem é aperfeiçoada, é feita uma prova e assinada B.A.T. (uma abreviatura do francês bon à tirer, ou "pronto para imprimir"). O resto da edição corresponde a esta imagem, única e tradicionalmente mantida pelo impressor. .

Os mistérios por trás da moça com brinco de pérola.Meisje met de parel ou (moça com brinco de pérola) é a pintura mais f...
29/11/2021

Os mistérios por trás da moça com brinco de pérola.
Meisje met de parel ou (moça com brinco de pérola) é a pintura mais famosa do artista holandês Johannes Vermeer. Muitas vezes referida como “A Mona Lisa Holandesa” a obra está no museu Mauritshuis na Holanda. Em 2006 foi nomeada a pintura mais bonita da Holanda.
De modo geral, pouco se sabe sobre a história da obra, a pintura foi assinada como “IVMeer”, mais não foi datada, se supõe que ela foi feita em meados de 1665. Em 1994 foi feito um trabalho de restauração na pintura, onde os detalhes, cores e a intimidade da moça olhando para o espectador foi extremamente aumentado. Não se sabe quem foi a modelo da pintura. A figura trás um ar angelical, simultaneamente feliz e triste com um olhar misterioso, apesar do fundo da pintura ser preto, se supõe que na época fosse verde escuro. Um dos pontos interessantes também, são os trajes e turbantes que a protagonista usa, naquela época não se usavammais peças como aquelas, especula-se que Vermeer tenha usado como inspiração a obra Menino em um turbante de Michael Sweerts. Em 1937 surgiu uma pintura muito semelhante chamada The Smilling Girl (A moça sorridente), que na época se pensava que fosse de Vermeer, em 1995 um perito em trabalhos de Vermeer alegou em um estudo que a pintura é uma farsa, se trata de uma obra do artista falsificador Theo Van Wijngaarden.

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