27/05/2026
Ruínas e cicatrizes industriais na Amazônia, a história de um passado marcado por utopias desenvolvimentistas no século XX. Extraíram de tudo, até o passado de inúmeros amazonidas que trabalharam nessas cidades - empresas. Fotografias feitas para o projeto .amazonia - Paisagens pós-extrativistas na Amazônia.
1 - Animais empalhados e expostos em um museu criado pela EletroNorte, um acervo de inúmeros animais mortos durante o alagamento na construção da Hidrelétrica de Tucuruí entre os anos 70 a 80, Pará.
2 / 3 - Usina de açúcar Abraham Lincoln em Medicilandia, criada na ditadura militar logo após o início da construção da transamazonica, há mais de 40 anos abandonada e retomada pela floresta. Medicilandia, Pará.
4 - Documento encontrado em local abandonado em antigas estruturas da empresa norte americana ICOMI que criou a cidade de Serra do Navio para a extração de manganês na Amazônia na segunda metade do século XX. Santana, Amapá.
5 - Casas abandonadas em vila construída para funcionários pela empresa Jari Celulose na década de 70/80 no sonho de produzir papel direto na Amazônia pelo bilionário Daniel Ludwig. Laranjal do Jari, Amapá.
5 - Moradora de Nova Olinda do Norte, no Amazonas, visitando escombros criado pela Petrobrás nos anos 50 para extração de petróleo na Amazônia. Nova Olinda do Norte, Amazonas.
6 - Pedra de manganês na mão de um atual morador de Serra do Navio, cidade construída para extração de manganês na Amazônia. Serra do Navio, Amapá.
7 - Morador antigo em frente à estrutura da empresa Ford na cidade de Fordlândia construída para a extração de seringa na Amazônia, um sonho de Henry Ford que nunca deu certo. Fordlândia, Pará.
Fotos: (2024 a 2026)