08/04/2026
Um dos convites inusitados na Semana Santa foi para ajudar a fotografar o teatro da Paixão de Cristo.
Mas não se trata apenas de estar ali com a câmera nas mãos. É sobre adentrar uma história de peso, uma história de amor infinito, um amor que se entregou completamente por nós.
Uma narrativa que estava sendo muito bem representada por cada um que ali encenava, e que nos conduz a compreender, ainda que de forma limitada, o que Cristo sofreu por amor. Mesmo entregue à cruz, Ele não deixou de amar. Pelo contrário, amou até o fim.
E esse amor não ficou no passado.
Ele permanece vivo. Aquele que se entregou na cruz continua a se doar todos os dias, fazendo-Se alimento na Eucaristia.
Uma história viva, repleta de significados, marcada por um propósito eterno.
Eu com o corpo cansado de uma semana intensa, mas com a alma e o coração leves… na certeza de que estava exatamente no lugar que Ele havia preparado para mim.
Parabéns a todos os envolvidos e muito obrigada pela oportunidade
Obrigada .bota pelas orientações,atenção e paciência comigo.