Memórias de Juiz de Fora

Memórias de Juiz de Fora Pagina criada para mostrar o Passado Glorioso de Nossa Querida Juiz de Fora !!! Sou um apaixonado por fotografias, principalmente de Juiz de Fora no Passado.

Maurício Lima Correa um homem simples, humilde, dedicado que sempre faz com amor tudo que a vida lhe proporcionou. Marceneiro aposentado bem conhecido em Juiz de Fora bem como em todo território nacional com trabalhos feitos até no Exterior. Comecei esta Coletânea (Acervo de Fotos Antigas) em 11 de maio de 1998 retratando Juiz de Fora em vários temas, épocas e pessoas, fui homenageado na Câmara Mu

nicipal de Juiz de Fora em 14 de maio de 2014 com uma Moção de Aplauso pelo então Deputado Estadual Noraldino Junior. Recebi em 17 de Agosto de 2015 pela Funalfa a Honraria Amigo do patrimônio de Juiz de Fora e em 21 de Setembro de 2015 meu acervo foi homenageado com uma Moção de Aplauso pelo Vereador José Emanuel, Recebi o Premio Personalidade de Juiz de Fora do Apresentador e Amigo Leo Peixoto na Noite de 14 de Setembro de 2016 por divulgação de meu Acervo Histórico Fotográfico sobre a cidade de Juiz de Fora e com isso tentarei o Guinness World Records, pois é o maior acervo do mundo sobre Juiz de Fora divulgado em redes sociais. Já se passaram 18 anos e fico muito Feliz em poder presentear a todos vocês com parte de meu acervo. Fui Capa de um conceituado Jornal de Juiz de Fora onde foram dedicadas praticamente duas paginas falando sobre o acervo, bem como matéria de vários canais de comunicação de Juiz de Fora e Região. O nome do Blog em questão foi escolhido através de uma enquete feita em minha pagina pessoal do Facebook com um expressiva votação. Agradeço a todos em Especial ao Marcelo Pascoalini que foi um incentivador e idealizador do Blog
As postagens oficiais começaram em 11 de Setembro de 2015 e terei muito trabalho pela frente na transferência de meu acervo do Facebook para o Blog. Em 25 de Fevereiro de 2016 o Blog foi todo reformulado e estarei excluindo as postagens passadas e começando novamente da estaca Zero com mais tópicos para facilitar as pesquisas dos Internautas,Amigos,Usuários e membros
Espero corresponder as expectativas. Deus me de Forças nesta tarefa
E fiquem a vontade para compartilhar,Comentar ou ate mesmo deixar suas criticas e sugestões. Abraços
Mauricio Lima Corrêa

Fotografia do Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Forahttp://mauricioresgatandoopassado.blogspot.co...
14/06/2026

Fotografia do Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora
http://mauricioresgatandoopassado.blogspot.com/

A Vila Furtado de Menezes, localizada na Região Sudeste de Juiz de Fora, nas proximidades do Bairro Furtado de Menezes e Olavo Costa, era, na década de 1960, um Bairro em fase de consolidação.
Era caracterizado por uma comunidade de classe operária e forte influência da indústria local.
A topografia acidentada exigia obras de infraestrutura contínuas.
A vida social do Bairro era vibrante e se articulava em torno de associações de moradores, grupos religiosos e clubes sociais, como o Cirandinha Clube, que desempenhava um papel fundamental na integração comunitária e na oferta de atividades culturais e educacionais.
A fotografia captura um momento significativo na vida do Centro Social - Cirandinha Clube, em 14 de agosto de 1962.
A imagem reúne a diretoria da instituição e um grupo de alunas, possivelmente celebrando um evento ou conclusão de curso.
No primeiro plano, sentadas ao redor da mesa, estão as alunas.
Elas trajam roupas de uniforme ou trajes de festa típicos da época.
A menina central, com um vestido creme com detalhes em azul, sorri para a câmera.
Ao seu lado, outras alunas com cardigãs e saias plissadas.
A diversidade racial do grupo reflete a composição social do Bairro.
Atrás da mesa, de pé, estão as mulheres que compunham a diretoria do Centro Social.
Elas se apresentam com elegância, com vestidos, cardigãs e penteados em voga na década de 1960, como o volumoso beehive.
Suas expressões denotam orgulho e formalidade.
Uma delas usa um colar de pérolas, acessório icônico da época.
A mesa está posta para a ocasião. O centro de mesa é decorado com um arranjo de rosas de cores variadas (brancas, rosas e amarelas na versão colorizada), trazendo um toque de cor e vida para a composição.
Copos e outros objetos na mesa indicam que um banquete ou recepção estava ocorrendo.
A sala tem paredes em tons claros (amarelo pálido na colorização) e móveis de madeira robustos.
Ao fundo, cortinas com estampa floral e uma porta em arco complementam o cenário.
A luz natural entra pela janela à direita, criando um ambiente acolhedor.
A fotografia histórica,vé um testemunho precioso da vida comunitária em Juiz de Fora na década de 1960.
Ela documenta o papel crucial de instituições sociais como o Cirandinha Clube no fomento da educação e integração social em Bairros como a Vila Furtado de Menezes.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

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13/06/2026

Fotografia do Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora
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Avenida Barão do Rio Branco, registrando a imponente arquitetura da antiga Residência de Casemiro Villela de Andrade, edificação que mais tarde abrigaria a tradicional Escola Estadual Hermantina Beraldo.
A fotografia, capturada a partir de um ângulo lateral, revela detalhes urbanísticos e sociais fascinantes da Juiz de Fora de meados do século XX:
O Palacete Villela de Andrade / Hermantina Beraldo: O grande destaque da imagem é o casarão em estilo eclético, com forte influência europeia nas suas cimalhas decoradas, lambrequins de madeira recortada sob o telhado e balcão de ferro no segundo pavimento.
A restauração reviveu com fidelidade o tom areia das paredes e o marrom-avermelhado das telhas e esquadrias de madeira.
No canto inferior direito, são visíveis os trilhos instalados sobre o calçamento de paralelepípedos.
Esses trilhos pertenciam ao antigo sistema de bondes elétricos que cortava a Avenida Rio Branco, um marco do transporte público da cidade até sua desativação no final da década de 1960.
Uma enorme fila de cidadãos se estende pela calçada ao longo do casarão, sugerindo um momento de grande mobilização, que poderia ser uma votação, a distribuição de algum benefício ou a matrícula escolar.
Mais à frente, na mesma calçada, é possível ler parcialmente a placa de um estabelecimento comercial típico da época: um armazém ou secos e molhados.
O minucioso trabalho de recuperação e colorização na imagem trouxe nova vida à cena:
A "Rural" (Veículo de Época): No canto esquerdo, o clássico utilitário, com sua pintura em dois tons (saia e blusa) característica dos anos 50 e 60 — foi restaurado em um tom cinza-azulado pastel muito comum na frota automobilística daquele período.
A restauração corrigiu as distorções nos pneus e na lataria, limpando os ruídos da foto original.
A multidão ganhou individualidade.
As texturas dos tecidos foram recriadas sem o efeito artificial de suavização excessiva, mantendo os trajes sociais masculinos (camisas brancas e calças de alfaiataria) e os vestidos coloridos das mulheres e crianças condizentes com a moda e a iluminação natural de um dia claro em Juiz de Fora.
A fiação aérea do sistema de Bondes e os postes coloniais, que na Fotografia apareciam desbotados ou semi-invisíveis contra o céu esbranquiçado, foram limpos e destacados, preservando a engenharia urbana da avenida.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

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13/06/2026

Fotografia do Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora
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A fotografia captura a mobilização de dezenas de moradores ao longo da margem do rio e o trabalho de canoeiros, uma figura muito comum no Paraibuna daquela época, prestando socorro ou realizando buscas após um acidente nas águas.
O comentário de Anna Maria Costa funciona como uma verdadeira bússola histórica, permitindo situar com exatidão o cenário urbano que aparece na foto:
Ponto de Captura: A imagem foi registrada próxima à antiga Ponte de Santa Terezinha.
O rio que corta o primeiro plano é o Rio Paraibuna, correndo em um período anterior à sua canalização definitiva.
Margem Oposta (Avenida Brasil): O grupo de pessoas se aglomera na atual Avenida Brasil, bem próximo ao cruzamento com a Rua Rui Barbosa.
Casario ao Fundo: A linha de casas visível atrás da multidão corresponde à Rua Barão de Ibertioga, na esquina com a Rua Feliciano Pena.
A densa massa de árvores altas à esquerda pertence ao parque do Museu Mariano Procópio.
Imediatamente ao lado dessa área verde, funcionava uma fábrica de papelão (cuja chaminé e galpões aparecem sutilmente na foto), local que hoje abriga o condomínio Barões do Império.
Ao fundo, ergue-se o morro que caracteriza a transição da região do Mariano Procópio para o Morro da Glória/Santa Terezinha, ajudando a consolidar a perspectiva visual da época.
A imagem é o resultado do trabalho de preservação da memória da cidade, combinando técnicas de Inteligência Artificial com a curadoria histórica para devolver o realismo à cena: A colorização reconstrói o tom original barrento e esverdeado do Rio Paraibuna antes da forte urbanização, o verde vivo da mata do Museu Mariano Procópio e as telhas coloniais cerâmicas das antigas residências da Barão de Ibertioga.
A intervenção digital traz clareza à fumaça/chaminé ao fundo, à densidade da multidão na margem e, principalmente, destaca os barcos na água, evidenciando a dinâmica dos canoeiros que se uniram para ajudar no resgate durante o trágico acontecimento.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo

Nota de RepúdioVenho por meio deste comunicar que foi feita uma denúncia anônima em um tópico do meu blog e, por isso, e...
12/06/2026

Nota de Repúdio

Venho por meio deste comunicar que foi feita uma denúncia anônima em um tópico do meu blog e, por isso, ele foi temporariamente ocultado dos meus seguidores e amigos.
Passei o dia inteiro tentando recuperar minhas fotografias, que existem apenas nesta postagem.
A denúncia, de cunho calunioso, informava que o blog continha transações em dinheiro — algo que jamais fiz e jamais farei — e conteúdo proibido para menores.
Isso é um absurdo!
Quem quiser ter sucesso, que faça o seu próprio blog e publique o que quiser. Agora, me acusar de coisas que jamais fiz é desesperador.
Às 15:35, o tópico, que é o meu acervo pessoal, foi devolvido depois de tantas tratativas, ai eu mudei o seu nome.
F**a aqui toda a minha indignação com esses sujeitos.
Peço desculpem pelo desabafo, mas são 11 anos de trabalho (que serão completados agora em outubro), formando o maior acervo do mundo sobre a cidade de Juiz de Fora, com mais de 15.762.108 visualizações.
Desconfio de certos Sites, blogs Etc e de algumas pessoas que se acham donos da história de Juiz de Fora, mas não são!
Ponto final.
Meu pai dizia: "aqui se faz, aqui se paga", e irei ver esses canalhas caírem um a um.
Forte abraço
Atenciosamente: Mauricio Lima Corrêa

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12/06/2026

Fotografia do Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora
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Esta belíssima imagem nos transporta para uma tarde dedicada ao aprendizado e à convivência comunitária no início dos anos 60.
A transição da fotografia original em preto e branco, para a versão fielmente restaurada e colorizada dá vida e sensibilidade a um momento marcante do cotidiano social de Juiz de Fora.
O registro carrega uma grande importância histórica e afetiva para a memória dos bairros da cidade: O Centro Social e o Cirandinha Clube
Na década de 1960, os centros sociais desempenhavam um papel fundamental na integração e no desenvolvimento das comunidades nos Bairros periféricos e operários de Juiz de Fora.
No Bairro Vila Furtado de Menezes, o Centro Social - Cirandinha Clube era um desses polos de acolhimento.
Mais do que um espaço de lazer, o clube servia como um ponto de apoio para as famílias, oferecendo cursos práticos, oficinas e atividades que estimulavam a socialização e, muitas vezes, garantiam uma alternativa de renda ou economia doméstica para os moradores.
O flagrante, datado exatamente de 14 de Agosto de 1962, mostra uma aula ou oficina de tricô voltada para jovens e crianças da comunidade.
Sob o olhar atento e a orientação de uma instrutora ao centro da mesa, as alunas concentram-se nos pontos e novelos de lã.
Esse tipo de atividade manual era muito comum no período e refletia a forte veia comunitária da época, onde o conhecimento era transmitido de forma coletiva e solidária.
O minucioso trabalho de colorização digital presente enriquece a percepção da cena ao destacar elementos que ajudam a contar a história daquele dia: Tons suaves nas roupas das alunas e da professora contrastam com a mesa de madeira rústica coberta por uma clássica toalha rendada de crochê.
A restauração dá nitidez ao cartaz pedagógico ou decorativo na parede, repleto de pequenas figuras recortadas e coladas, reforçando o ambiente acolhedor, educativo e tipicamente infantil do Centro Social.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

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12/06/2026

Fotografia do Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora
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Casarão Comercial
Avenida Barão do Rio Branco com a Rua São Sebastião
Década de 1970
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo

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11/06/2026

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Esta maravilhosa imagem resgata um pedaço fundamental da memória urbana, militar e afetiva de Juiz de Fora. A transição do registro original em preto e branco para a versão fielmente restaurada e colorizada, nos transporta diretamente para o cotidiano da Rua Espírito Santo, nº 1064, durante a década de 1960.
O imóvel imponente de arquitetura eclética, com suas belas janelas em arco e ornamentos de fachada, carrega um passado de grande relevância institucional e social:
O casarão serviu originalmente como a Primeira sede da Região Militar de Juiz de Fora, um marco do período em que a cidade consolidava sua forte veia e importância estratégica para as forças armadas no estado.
A Pensão São Geraldo: Anos mais tarde, o espaço ganhou uma dinâmica completamente diferente, transformando-se na pensão de propriedade do Senhor Ademar Baeta e de Dona Nair. Onde antes transitavam decisões militares, passou a pulsar o acolhimento típico das antigas pensões mineiras.
Como bem resgatado pelo comentário de Humberto Ferreira, o local não era feito apenas de paredes e tijolos, mas de vivências profundas: "Por último, ali funcionou a Pensão São Geraldo de Ademar Baeta.
Os filhos do Senhor Ademar e Dona Nair (...) foram meus amigos.
Brincamos muito juntos ali na pensão. Eram o Adalberto e Lilinho."
Essas lembranças trazem um calor humano impagável à imagem, lembrando-nos de um tempo em que as crianças brincavam livremente nos quintais e calçadas da cidade.
Outro detalhe nostálgico fascinante da época é o número de telefone da pensão: 2390 — uma época em que os números telefônicos tinham apenas quatro dígitos, refletindo uma Juiz de Fora muito mais pacata e conectada por laços de vizinhança.
O minucioso trabalho de restauração digital, realça elementos fantásticos da Juiz de Fora dos anos 60:
Os clássicos Fuscas estacionados e os tijolos empilhados na calçada sugerem uma reforma ou transformação no entorno do imóvel.
O tom ocre/bege das paredes externas contrasta perfeitamente com o marrom das madeiras das janelas e o telhado de barro, respeitando as características cromáticas prováveis daquele período.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

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11/06/2026

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A Grande Decisão de 1979: Tupi 1 x 0 Sport
O cenário era o Campeonato Júnior de Juiz de Fora de 1979.
A grande final colocou frente a frente dois gigantes da cidade, Tupi e Sport, em um clássico de altíssima voltagem.
A partida não foi na casa de nenhum dos dois finalistas, mas sim no tradicional Estádio José Paiz Soares, campo do Tupynambás Futebol Clube.
Como bem lembrado, naquela época "o bicho pegava" e as arquibancadas ficavam completamente lotadas.
A atmosfera dos estádios cheios trazia um charme e uma pressão que impulsionavam os garotos em campo.
Em um jogo tenso e muito disputado, o gol que garantiu a vitória por 1 a 0 e o histórico Pentacampeonato do Tupi foi marcado por Hertz.
Raça, Amor à Camisa e a Polêmica em Campo
A fotografia captura com perfeição o que significava o futebol daquela época: entrega total, vontade e uma forte identificação com as cores do clube.
Não era apenas um jogo; era a defesa da honra esportiva da cidade.
O comentário de Samir Felippe Jabour traduz exatamente o espírito flagrado pela lente: "Todos unidos, contra um suposto erro do juiz". O calor do momento mostra os jogadores inflamados, cobrando a arbitragem ou contendo os ânimos em meio à ferveção da final.
Quem é Quem na Foto
Pelo lado do Carijó (Tupi): Estão presentes em destaque os atletas Samir, Ailton, Flávio, Paulinho e, mais ao fundo da imagem, o Clodovil.
Uma base defensiva e de meio-campo que jogava com o coração na ponta da chuteira.
Pelo lado do Periquito (Sport): O jogador em destaque vestindo a camisa branca do Sport é o Chiquito.
O registro deixa um sentimento de nostalgia profunda em quem acompanhou aquele período.
F**a evidente o contraste com os tempos modernos: aquela era uma base que jogava por amor à camisa, movida pela paixão local e pelo desejo de vencer os maiores rivais da própria cidade.
É o tipo de entrega e identidade que o torcedor juiz-forano sente falta nos dias de hoje, tornando essa imagem um documento indispensável da memória esportiva de Juiz de Fora.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Samir Felippe Jabour

Endereço

Juiz De Fora, MG

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