Clarissa Ribeiro Fotografia

Clarissa Ribeiro Fotografia Fotografia de shows, espetáculos teatrais, óperas, ensaios fotográficos e eventos.

Quem fotografa a fotógrafa?!  Mais uns cliques de Margot Noir no
09/09/2025

Quem fotografa a fotógrafa?! Mais uns cliques de Margot Noir no

✨ Ontem foi a estreia da Margot Noir, minha primeira vez no cabaré! Para quem não sabe, a fotógrafa aqui também é atriz ...
30/08/2025

✨ Ontem foi a estreia da Margot Noir, minha primeira vez no cabaré! Para quem não sabe, a fotógrafa aqui também é atriz e cantora, mas não subia num palco há quase 10 anos — só de vez em quando para cantar. Voltar a me apresentar, viver a Margot como diva do cabaré, foi simplesmente inesquecível.

O desafio dessa vez foi ainda mais especial: fazer a cena atuando como fotógrafa, explorando a presença da Margot sem recorrer à música ou à dança, que são as características que deram origem a essa persona. Essa experiência me fez perceber ainda mais o quanto estar no palco me fazia falta.

💖 Um agradecimento enorme à Rouge, por criar esse cabaré genial, que une as 7 artes e reúne um elenco incrível e diferente a cada final de semana, e à Leticia, minha professora, cuja oficina me trouxe de volta a esse mundo e onde a Margot nasceu — e por me indicar para participar desse espetáculo. E também um agradecimento especial à menina da plateia, que fez essas fotos maravilhosas de mim!

🎭 E a alegria não para: hoje e amanhã ainda tem apresentações do Cabaré Sete Artes, no Teatro Café Pequeno, no Leblon:
Hoje às 20h | Amanhã às 19h

Não percam a chance de ver a Margot em cena!

22/08/2025
Na ambientação vibrante da Praça dos Arcos, Elisa Lucinda trouxe seu monólogo Parem de Falar Mal da Rotina para o Festiv...
19/08/2025

Na ambientação vibrante da Praça dos Arcos, Elisa Lucinda trouxe seu monólogo Parem de Falar Mal da Rotina para o Festival Amir Haddad — uma apresentação inédita ao ar livre. Com texto e atuação próprios, a atriz evoca personagens do dia a dia e trechos de suas obras (O Semelhante, Eu te amo e suas estreias), lembrando que a rotina é um convite à reinvenção, e não uma prisão

Ali, sob o céu da Lapa, cada verso se fez ponte entre poesia, memória e espaço urbano, e mostrou que o cotidiano pode ser palco — quando a arte ousa transformá-lo.

O Grupo Imbuaça, um dos coletivos mais antigos do teatro de rua no Brasil, tomou a Praça dos Arcos da Lapa com sua encen...
17/08/2025

O Grupo Imbuaça, um dos coletivos mais antigos do teatro de rua no Brasil, tomou a Praça dos Arcos da Lapa com sua encenação De Mulambo e Filó, durante o Festival de Teatro Amir Haddad. Mais que espetáculo, foi um relato vivo sobre os desafios em continuar fazendo teatro de rua — entre falta de patrocínio, corpos que precisam dividir vida artística e sobrevivência.

Sob a luz dos arcos, a literatura de cordel se tornou performance, e o melodrama ganhou força na poesia popular de quem insiste em ocupar o espaço público com arte, afeto e coragem.

Que essa força poeticamente combativa siga transbordando além dos palcos — em cada rua, praça e esquina que se presta de palco.

Na Casa do Tá Na Rua, Marco Nanini trouxe à vida, em leitura dramatizada dirigida por Amir Haddad, um sopro do que ainda...
15/08/2025

Na Casa do Tá Na Rua, Marco Nanini trouxe à vida, em leitura dramatizada dirigida por Amir Haddad, um sopro do que ainda está por vir: uma encenação que se faz antes de nascer, em cada pausa, cada frase ensaiada e cada olhar trocado.

Esse encontro intenso entre um dos maiores atores da nossa dramaturgia e o mestre que fez da rua seu palco mostra que o teatro começa muito antes da estreia — pulsando na intimidade e se preparando para ganhar o mundo, quando e onde o encontro acontecer.

Que a criação continue crescendo, das paredes da casa até o coração da cidade.

Registrar o Grupo Galpão na histórica Praça dos Arcos da Lapa, durante o Festival de Teatro Amir Haddad, foi presenciar ...
13/08/2025

Registrar o Grupo Galpão na histórica Praça dos Arcos da Lapa, durante o Festival de Teatro Amir Haddad, foi presenciar um espetáculo que mistura canções e interpretações cênicas, transformando o show em um encontro vivo entre música e dramaturgia.

Não era apenas uma apresentação musical — era um diálogo aberto com a cidade, onde cada gesto, cada voz e cada acorde ocupavam o espaço público como palco e convite ao encontro.

Que a arte continue ocupando as ruas e encontrando quem passa, sem aviso, mas com toda a força. Qual foi a última vez que a arte te surpreendeu no caminho?

“Era Uma Vez um Rei”, do Grupo Pombas Urbanas, tomada por poesia e política a céu aberto.Na Praça dos Arcos da Lapa, a p...
08/08/2025

“Era Uma Vez um Rei”, do Grupo Pombas Urbanas, tomada por poesia e política a céu aberto.
Na Praça dos Arcos da Lapa, a presença desses artistas faz reverberar uma brincadeira intensa sobre poder e marginalização — uma antologia visual dos regimes que atravessam nossa história. Minha lente encontrou ali o encontro entre teatro, cidade e resistência.
A apresentação integrou a programação do Festival de Teatro Amir Haddad, reforçando a potência do teatro de rua como espaço de encontro e reflexão.

Obrigada por me convidar a olhar e registrar essa cena de rua, feita de memórias, jogo e potência comunitária.

Fotografei Perigosas Damas, solo protagonizado e idealizado por Geovana Pires, com dramaturgia assinada por ela, Elisa L...
05/08/2025

Fotografei Perigosas Damas, solo protagonizado e idealizado por Geovana Pires, com dramaturgia assinada por ela, Elisa Lucinda e Denise Stutz, no Festival Amir Haddad. Uma peça urgente que resgata histórias das mulheres silenciadas pelo início do sistema prisional feminino no Brasil, denunciando racismo, sexismo e opressão com uma força artística contundente.

Quando fui fotografar, era para registrar apenas um trecho — mas não consegui parar de assistir. Fui invadida por aquela espiral de poesia, memória e verdade feminina construída com clareza e potência.

O espetáculo me atravessou: cada gesto, cada pausa, reverberou tanto que a câmera ficou quase ociosa diante da força do corpo-daquela-cena. A dramaturgia que mistura pesquisa histórica, poesia de Elisa Lucinda e a direção sensível de Denise Stutz é um manifesto visual à liberdade que ecoa no presente.

Foi impossível fotografar sem sentir o impacto pulsando em mim — e mesmo agora, ao rever essas imagens, sinto aquela convocação viva.

Se quiserem mergulhar nesse registro e sentir um pouco dessa potência, é só me chamar.

Encerrando a segunda noite do 3º Festival de Teatro Amir Haddad, a Casa do Tá na Rua se encheu de poesia, saudade e suti...
01/08/2025

Encerrando a segunda noite do 3º Festival de Teatro Amir Haddad, a Casa do Tá na Rua se encheu de poesia, saudade e sutileza. Soraya Ravenle e Alfredo Del‑Penho levaram ao palco um tributo delicado e intenso à obra de Dolores Duran — e bastaram os primeiros acordes pra transformar o espaço num tempo outro, desses que a gente deseja que não acabem nunca.

Entre violão e silêncios, sorrisos e olhos marejados, o repertório foi costurado com afeto e leveza. A interpretação dos dois tem uma doçura que não é frágil: é firme, segura, e alcança direto onde mora a memória afetiva. Cantar Dolores é também reviver o Brasil que pulsa na entrelinha, que ama com fúria mansa e lembra com dignidade.

Foi um presente poder fotografar esse instante tão íntimo — e ao mesmo tempo coletivo — onde tudo parecia respirar no tempo exato da canção.

Se quiserem ver um pouco mais do que a imagem captou (e do que ficou por dentro dela), só chegar.

Endereço

Rio De Janeiro, RJ

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