Edgar Kanaykõ Etnofotografia

Edgar Kanaykõ Etnofotografia Etnofotografia: um meio de registrar momentos, a cultura - a vida de um povo. Ethnophoto* a way to
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Ethnophoto* a way to record moments, the culture - the life of a people

[EN] I am from the Xakriabá Indigenous territory, located mainly in the Cerrado biome, in Brazil. It is where I learned ...
19/08/2026

[EN] I am from the Xakriabá Indigenous territory, located mainly in the Cerrado biome, in Brazil. It is where I learned that every path carries a story and that every image can protect a memory.

My photography is born from this encounter between ancestry, territory, and the future. It is not merely documentation: it is a form of resistance, of affirming our existence and telling our stories through our own lens.

For a long time, people only spoke about Indigenous Peoples. Today, more and more, it is us who photograph, write, and narrate who we are. The images I capture strengthen oral tradition, engage in a dialogue with the written word, and amplify the voices of our Peoples.

To take a photograph is to transform memory into presence, invisibility into recognition, and silence into expression. I carry the inspiration of my ancestors and the responsibility to the next generations, because I believe that every photograph can also defend rights, strengthen identities, and pave the way for a more just future.

Join the movement. Sign the petition to defend the defenders. Link in Greenpeace International 🌍 bio.



[PT] Sou do território Indígena Xakriabá, onde predomina o Cerrado. É o lugar onde aprendi que cada caminho carrega uma história e que cada imagem pode proteger uma memória.

Minha fotografia nasce desse encontro entre ancestralidade, território e futuro. Ela não é apenas registro: é uma forma de resistência, de afirmar nossa existência e de contar nossas histórias a partir do nosso próprio olhar.

Durante muito tempo, falaram sobre os povos indígenas. Hoje, cada vez mais, somos nós que fotografamos, escrevemos e narramos quem somos. A imagem fortalece a oralidade, dialoga com a escrita e amplia a voz dos nossos povos.

Fotografar é transformar memória em presença, invisibilidade em reconhecimento e silêncio em expressão. Carrego a inspiração dos meus ancestrais e a responsabilidade com as próximas gerações, porque acredito que cada fotografia também pode defender direitos, fortalecer identidades e abrir caminhos para um futuro mais justo.

Assine a petição. Link na bio do Greenpeace International 🌍

19/05/2026

K a i o w á | G u a r a n i
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Subzari Chimborazo
07/05/2026

Subzari Chimborazo

K r o r ê“Tinha muito tatu, a gente comia tatu assado sem sal com mel de abelha.Tinha muitas abelhas: Munduri, jataí. A ...
29/04/2026

K r o r ê
“Tinha muito tatu, a gente comia tatu assado sem sal com mel de abelha.
Tinha muitas abelhas: Munduri, jataí. A gente comia as caças da onça – a nossa avó Yayá Kabôka. E quando Ela chegava na casa da gente, assoviava aqui na área do Xakriabá.
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In. Edgar Kanaykõ Xakriabá, 2019. (Etnovisão: o olhar indígena que atravessa a lente. Dissertação de mestrado em Antropologia).

Pude presenciar, e eventualmente registar em fotografia, alguns momentos do Movimento Nacional dos Povos Indígenas, mome...
23/04/2026

Pude presenciar, e eventualmente registar em fotografia, alguns momentos do Movimento Nacional dos Povos Indígenas, momentos nos quais ficam evidentes o ‘problema da captura da imagem’ e a relação entre o campo do visível e do invisível.

Ou seja, essa questão não ocorre somente em circunstância de um ritual propriamente dito, numa aldeia com toda comunidade reunida no interior de seu território. Mas, sim, tem ocorrido também no seio do movimento indígena, nos momentos de luta e resistência política. Por sua vez, este movimento pode ser visto como um grande ritual e, por assim dizer, uma guerra […]

Na marcha, então, temos, de um lado, o Estado armado com seus aparatos e, do outro, diversos povos com suas armas de guerra, quando entoam cantos ritmados no passo das danças, empunhando suas flechas, faixas e bordunas. É o momento onde fazem também dançar as imagens dos encantados.

(Etnovisão: o olhar indígena que atravessa a lente, 2019).

Arekba akwẽnõrĩ hã! “Durante o Acampamento Terra Livre2026, maior mobilização indígena do mundo, a deputada  xakriaba ce...
12/04/2026

Arekba akwẽnõrĩ hã!

“Durante o Acampamento Terra Livre
2026, maior mobilização indígena do mundo, a deputada xakriaba celebrou a aprovação de cinco Projetos de Lei na Câmara dos Deputados. As propostas avançaram no dia 8 de abril, em diferentes comissões, consolidando uma agenda legislativa voltada à garantia de direitos, reconhecimento cultural e fortalecimento das políticas públicas para povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais.

Entre os destaques: PL 3839/2023, que autoriza o uso de fotografias com elementos de indumentária tradicional em documentos oficiais, reconhecendo a identidade cultural dos povos e alterando legislações como o codigo de Trânsito Brasileiro e a Consolidação das Leis do Trabalho; PL 3800/2025, que assegura o direito ao uso de elementos culturais e espirituais de identificação em espaços públicos e privados de uso coletivo, sem restrições de acesso ou circulação; PL 5375/2023, que amplia o acesso ao Fundo de Terras e da Reforma Agrária (FTRA), incluindo povos indígenas, comunidades quilombolas e demais povos tradicionais como beneficiários da aquisição de imóveis rurais; PL 5546/2023, que estabelece medidas de apoio e proteção a mulheres que vivem em áreas rurais, quilombolas, indígenas e comunidades tradicionais, com foco no acesso à saúde, autonomia e participação política; PL 2739/2025, que institui o dia 23 de setembro como o Dia da Saúde Indígena.

Para a deputada, os avanços representam um marco importante dentro do ATL 2026, conectando a mobilização dos povos indígenas com conquistas concretas no Legislativo. "Seguimos transformando a luta dos territórios em políticas públicas. Cada projeto aprovado é um passo na construção de um país que reconhece, respeita e garante os direitos dos nossos povos", destacou.

As aprovações reforçam o papel do parlamento na construção de políticas voltadas à diversidade, à justiça social e à valorização dos saberes e modos de vida dos povos originários e comunidades tradicionais no Brasil”.

Célia Xakriabá

Wanõrtê tka | Kagwahiva
26/03/2026

Wanõrtê tka | Kagwahiva

W a p r e—Como dizem os Kuikuro: Ng u n éElü “O dia em que a lua menstruou”
04/03/2026

W a p r e

Como dizem os Kuikuro: Ng u n é
Elü “O dia em que a lua menstruou”

Endereço

Terra Indígena Xakriabá
São João Das Missões, MG
39475-000

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