29/05/2026
A correria do dia a dia nos afasta da nossa essência, mas ela continua ali, esperando ser reencontrada…
Às vezes, tudo o que precisamos é parar por um instante e lembrar quem somos quando ninguém está olhando.
No dia dessas fotos, eu estava na casa da Mari para registrar algumas fotos de Dia das Mães. Mas, em meio aos registros da maternidade, senti que também era importante guardar um espaço para ela. Não apenas para a mãe, mas para a mulher.
Então fomos para o cantinho da casa onde ela mais gosta de estar. No meio das suas plantas, com uma cervejinha na mão, sem poses, sem expectativas, sem precisar representar nenhum papel.
Só ela.
E talvez seja justamente nesses momentos simples que a nossa essência aparece com mais força. Quando estamos fazendo aquilo que gostamos, nos lugares que nos trazem paz e sendo quem somos de verdade.
A fotografia tem esse poder: registrar não apenas como alguém se parece, mas quem essa pessoa é.
E eu acredito que toda mulher merece ter lembranças de si mesma, além dos papéis que desempenha todos os dias.