22/11/2025
Se perceberem a data dessa carta, verão que ela é de agosto deste ano.
Eu estava em oração sobre o Brasil, orando pela política, e então o Abba me fez essa pergunta… e ela desencadeou toda a carta.
“Senta e escreve”, Ele disse — e então escrevi.
Hoje me veio à memória uma visão que tive com o Bolsonaro, na qual eu o via preso em uma torre de relógio 🕰️, e de lá ele não saía mais. Ele era levado algemado até essa torre, colocado lá dentro, e de lá não saía.
Eu não entendi, num primeiro momento, a figura do relógio, mas agora as coisas f**am claras: o tempo dele se acabou na política.
Deus testou o nosso coração colocando-o no cargo de presidente do Brasil. Bolsonaro cumpriu seu propósito — eu creio — e ainda continuará cumprindo, mas o principal propósito foi expor a idolatria no coração do brasileiro, inclusive no coração dos cristãos. Isso é muito forte.
Ídolos silenciosos — é isso.
Por que insistimos em crer que a salvação do Brasil virá de um homem, que perece, que é pó?
“Há aqueles que confiam em cavalos, mas nós confiamos no Senhor.”
Onde deixamos de confiar no Senhor, até mesmo para operar sobre a política? Afinal, não é Ele quem levanta reis e os destrona quando quer?
Por que insistimos em crer que ainda temos poder de decidir algo nas urnas se antes não aprendemos a dobrar nossos joelhos no secreto e orar?
O presidente de El Salvador afirmou, em uma entrevista, que venceu o tráfico orando; venceu o mal que dominava o país ORANDO! Quando vamos começar a fazer isso?
Me diz: quando?
Quando a gente dobra o joelho e ora, quando clamamos no secreto, Jesus entra e muda todo o cenário.
Temos uma parcela de responsabilidade quanto às coisas do Abba, mas quando, de fato, vamos assumir a parte que nos cabe nessa missão chamada intercessão?
Hipócritas — é o que somos!
De todos, eu me enquadro como a maior nesse cenário, porque antes de confiar em Deus eu já confiei no homem. Ai de mim! Miserável que sou…