Rafa Lomba

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Professores em luta. Manifestação do STOP, 25 de fevereiro, Lisboa.
27/02/2023

Professores em luta.

Manifestação do STOP, 25 de fevereiro, Lisboa.

O povo saiu à rua. Queremos uma vida justa!
26/02/2023

O povo saiu à rua. Queremos uma vida justa!

À porta do deserto do Sahara, com a temperatura a rondar os 40°C, uma mãe e o seu filho protegem-se do calor abrasador q...
31/01/2023

À porta do deserto do Sahara, com a temperatura a rondar os 40°C, uma mãe e o seu filho protegem-se do calor abrasador que se faz sentir.

Marrocos, 2019.

Manifestação da CGTP, no Porto.Milhares de pessoas participaram hoje à tarde nas manifestações da CGTP, no Porto e em Li...
15/10/2022

Manifestação da CGTP, no Porto.

Milhares de pessoas participaram hoje à tarde nas manifestações da CGTP, no Porto e em Lisboa, protestando contra o aumento do custo de vida e para exigir aumentos dos salários e das pensões.

1° de Maio, Dia do Trabalhador.
01/05/2022

1° de Maio, Dia do Trabalhador.

25 de Abril, sempre! ❤️Desfile do 48°aniversário do 25 de Abril, na Avenida da Liberdade, depois de dois anos com celebr...
25/04/2022

25 de Abril, sempre! ❤️

Desfile do 48°aniversário do 25 de Abril, na Avenida da Liberdade, depois de dois anos com celebrações limitadas devido às pandemia.

O desfile ficou marcado também por um momento de tensão quando um grupo de manifestantes ligados ao Chega se cruzaram com os participantes no desfile das celebrações do 25 de Abril, na zona dos Restauradores. Entre apupos e gritos de ordem, destacou-se a frase: “Fachistas: não passarão!“.

Êxodo: o drama dos refugiados que fogem da guerra.Desde o início da invasão russa à Ucrânia, a 24 de fevereiro, que o mu...
22/04/2022

Êxodo: o drama dos refugiados que fogem da guerra.

Desde o início da invasão russa à Ucrânia, a 24 de fevereiro, que o mundo tem assistido a um fluxo de refugiados sem precedentes nas últimas décadas, mais de 5 milhões de refugiados, sendo já o maior êxodo na Europa desde a II Guerra Mundial.

A maior parte das pessoas que fogem da guerra tem como destino a Polónia e a cidade de Przemysl é um dos principais pontos de entrada.
Quem cá chega é encaminhado para os centros de acolhimento, sendo este, um antigo centro comercial, o maior da cidade. Este centro de acolhimento, com a ajuda de centenas de voluntários, fornece todo o apoio a quem cá f**a alojado, desde comida, medicamentos, apoio psicológico, roupa até brinquedos ou carrinhos de bebé, tudo é disponibilizado aos refugiados de forma gratuita.

Apesar do fluxo de refugiados ter vindo a diminuir, continuam a receber centenas de pessoas todos os dias. Chegam de autocarro, vindos da vila de Medyka, que faz fronteira com a Ucrânia, e da estação de comboios de Przemysl, os dois principais pontos de entrada de refugiados na Polónia.
A maior parte dos que cá chegam f**a apenas um ou dois dias, antes de partirem para outros destinos, mas alguns acabam por f**ar mais tempo, ou para ajudarem, ou porque querem f**ar perto da fronteira, têm esperança que a guerra acabe e que possam regressar rapidamente ao seu país.

Êxodo: histórias dos refugiados que fogem da guerra.Desde o início da invasão russa à Ucrânia, a 24 de fevereiro, já mor...
19/04/2022

Êxodo: histórias dos refugiados que fogem da guerra.

Desde o início da invasão russa à Ucrânia, a 24 de fevereiro, já morreram mais de 200 crianças, centenas f**aram feridas e milhões foram obrigadas a fugir. São as crianças, as principais vítimas do lastro de destruição provocado por uma guerra que não é delas.

Encontrei estes gêmeos horas depois de chegar à Polónia, na estação de comboios de Katowice, é o Zahar e a Sabrina, ambos com 2 anos de idade. A sua história confunde-se com a de milhões de crianças que foram obrigadas a fugir e a tornarem-se refugiadas.
Juntamente com a mãe, Olena, fugiram do seu país em guerra, e deixaram para trás o seu pai, que não pôde sair do país.
Moravam numa aldeia a poucos quilómetros de Kiev, demoraram mais de 38 horas para ali chegar. A viagem foi atribulada: partiram de casa num carro até Lviv, ali apanharam um autocarro com direção a Sheyni, a última vila ucraniana antes de cruzar a fronteira, onde ainda tiveram que fazer uma parte do trajeto a pé para atravessar a fronteira em Medyka e, já na Polónia, apanharam um comboio até Katowice.
Olena, sentada numa cadeira da estação de comboios, juntamente com os filhos, que dormem em cima das malas de um grupo de refugiados ucranianos que conheceram durante a viagem, aguardam a chegada de um amigo de longa data que as levará para a sua casa, em Berlim, onde f**arão hospedados por tempo indeterminado.

Desde o início da invasão russa à Ucrânia, a 24 de fevereiro, que o mundo tem assistido a um fluxo de refugiados sem precedentes nas últimas décadas, 4,9 milhões de refugiados, sendo já o maior êxodo na Europa desde a II Guerra Mundial. A maior parte das pessoas que fogem da guerra tem como destino a Polónia.

Êxodo: o drama dos refugiados que fogem da guerra.Faz hoje 54 dias desde o início da invasão da Ucrânia pela Rússia, a 2...
18/04/2022

Êxodo: o drama dos refugiados que fogem da guerra.

Faz hoje 54 dias desde o início da invasão da Ucrânia pela Rússia, a 24 de fevereiro. Desde este dia que o mundo tem assistido a um fluxo de refugiados sem precedentes nas últimas décadas, 4,6 milhões de refugiados, sendo já o maior êxodo na Europa desde a II Guerra Mundial.
A maior parte das pessoas que foge da guerra tem como destino a Polónia, e a cidade de Przemysl é um dos principais pontos de entrada.
A estação de comboios de Przemysl, uma cidade polaca a 15 quilómetros da fronteira com a Ucrânia desde os primeiros dias da guerra que foi transformada num centro de acolhimento para refugiados.
O edifício é amplo, luminoso e está recuperado. Cada sala tem a sua função - umas servem de dormitório a mulheres e crianças, noutras há comida quente e apoio médico.
Dezenas de voluntários acomodam como podem quem chega sem quase nada. Há centenas de polacos com cartazes na mão - oferecem abrigo a quem chega. Estão dispostos a acolher em casa os vizinhos ucranianos que tiveram de fugir.
E os que aqui estão, se quiserem seguir viagem para Varsóvia, a capital, o comboio leva-os de graça. A Polónia é o primeiro porto de abrigo para milhões de pessoas que fogem da guerra.

Êxodo: o drama dos refugiados que fogem da guerra.Desde o início da invasão russa à Ucrânia, a 24 de fevereiro, que o mu...
11/04/2022

Êxodo: o drama dos refugiados que fogem da guerra.

Desde o início da invasão russa à Ucrânia, a 24 de fevereiro, que o mundo tem assistido a um fluxo de refugiados sem precedentes nas últimas décadas, 4,17 milhões de refugiados, sendo já o maior êxodo na Europa desde a II Guerra Mundial.
A maior parte das pessoas que foge da guerra tem como destino a Polónia e a cidade de Medyka é um dos principais pontos de entrada.

Êxodo: histórias dos refugiados que fogem da guerra. Olena, 34 anos, segura nos braços a sua filha, Mila, de 3 anos, enq...
10/04/2022

Êxodo: histórias dos refugiados que fogem da guerra.

Olena, 34 anos, segura nos braços a sua filha, Mila, de 3 anos, enquanto esperam pelo comboio que as levará até Praga, onde se encontrarão com uma amiga que as vai acolher em sua casa. Olena, fugiu de Nikopol com a filha quando começaram os ataques à central nuclear de Zaporizhia, que f**ava relativamente perto da sua aldeia. Deixou para trás o seu marido, que se juntou às forças civis para defender o seu país e a sua mãe, septuagenária, e em condições de saúde muito debilitadas, acabou por preferir f**ar na sua casa de sempre.
Olena disse estar contente e aliviada pelo facto da sua filha estar longe do perigo, mas que o seu coração continuava a sofrer pelo seu país, pela sua cidade, pelo seu marido, pela sua mãe, e por todos os outros familiares e amigos/as que acabou por deixar para trás. Diz que rezará todos os dias para que a guerra acabe, para poder voltar o mais rápido possível à sua casa e abraçar o seu marido.

Onda de solidariedade: Polónia acolhe refugiados ucranianos de braços abertos.A Polónia, país até agora hostil à receção...
06/04/2022

Onda de solidariedade: Polónia acolhe refugiados ucranianos de braços abertos.

A Polónia, país até agora hostil à receção de refugiados, foi aquele que recebeu mais ucranianos em fuga da guerra, 2,42 milhões, o que desencadeou um grande movimento de solidariedade que se alastrou a todo o país.

Todos os dias chegam à cidade polaca de Przemysl, junto à fronteira com a Ucrânia, milhares de refugiados, apesar deste fluxo já ter diminuído bastante em relação às primeiras semanas de guerra. A cidade de apenas 60 000 habitantes teve que se adaptar para conseguir receber este enorme fluxo diário de refugiados. Os centros de acolhimento foram improvisados em vários pontos da cidade, um desses casos é este jardim de infância, no centro da cidade de Przemysl, que apesar de manter o seu regular funcionamento, já acolheu mais de 800 refugiados desde o início da guerra. As salas de aula do segundo piso desta escola foram transformadas em autênticos dormitórios para acolher, na sua maioria, mulheres e crianças que fogem à guerra. A escola, com a ajuda de muitos voluntários e de donativos individuais, fornece todo o apoio a quem cá f**a alojado, desde comida, medicamentos, roupa até brinquedos ou carrinhos de bebé, tudo é disponibilizado aos refugiados de forma gratuita.

A maior parte dos que cá chegam f**a apenas um ou dois dias, antes de partirem para outros destinos, mas alguns acabam por f**ar mais tempo, ou para ajudarem, ou porque querem f**ar perto da fronteira, têm esperança que a guerra acabe e que possam regressar rapidamente ao seu país.

É importante frisar que isto acontece no mesmo país que no ano passado, com a chegada de milhares de refugiados vindos do médio oriente e de vários países africanos à fronteira polaca com a Bielorrússia, enviou milhares de militares para impedir a sua entrada no país, e aqueles que ousaram passar a fronteira foram recebidos com bastões e gás lacrimogénio, e dezenas foram deixados a morrer ao frio na floresta.

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