João beirão

João beirão Fotógrafo Freelancer

República Centro-Africana 🇨🇫 •••
16/08/2024

República Centro-Africana 🇨🇫



Há uma semana, acordava para o meu primeiro dia em Marrakech. Nada me preparava para o que ia encontrar. Casas destruída...
17/09/2023

Há uma semana, acordava para o meu primeiro dia em Marrakech. Nada me preparava para o que ia encontrar. Casas destruídas, vidas em suspenso e um povo aparentemente conformado com o seu destino. Esta é talvez a imagem que mais marca a minha viagem. Um senhor com 85 anos perdeu a sua casa e, por pouco, não perdia o seu irmão de 77 anos. A sua companhia são os gatos com quem agora dorme no pátio. Os vizinhos dão o apoio que podem, mas também eles viram as casas que levaram uma vida a construir…ruírem em segundos. Ficam as cicatrizes de pedra que o tempo se encarregará de perpetuar.

Marrakech, Marrocos 2023
14/09/2023

Marrakech, Marrocos 2023

Pelo menos 2.122 pessoas morreram e mais de 2.400 ficaram feridas em consequência de um terremoto de magnitude 6,8 na es...
12/09/2023

Pelo menos 2.122 pessoas morreram e mais de 2.400 ficaram feridas em consequência de um terremoto de magnitude 6,8 na escala Richter ocorrido em Marrocos no dia 8 de setembro. O epicentro foi registrado na cidade de Ighil, a cerca de 70 quilômetros a sudoeste da cidade turística de Marrakech. Entre destroços e escombro a cidade tenta voltar à normalidade mas as marcas da tragédia são visíveis um pouco por toda a parte.

Os habitantes de Marrakesh tentam retomar o seu dia a dia. Entre devastação e memórias de um momento que tão cedo não es...
12/09/2023

Os habitantes de Marrakesh tentam retomar o seu dia a dia. Entre devastação e memórias de um momento que tão cedo não esqueceram, os habitantes começam a caminhar em direção a um futuro que já aceitaram que será difícil de encarar.

A inspiração para Decalogue of Anxiety nasceu de uma imagem de rebelião do livro Fahrenheit 451, de Ray Bradbury. No mun...
26/02/2023

A inspiração para Decalogue of Anxiety nasceu de uma imagem de rebelião do livro Fahrenheit 451, de Ray Bradbury. No mundo distópico descrito pelo escritor norte americano, a cultura é o pior inimigo da sociedade, os livros são procurados e queimados por "bombeiros à temperatura referida no título. Mas há um grupo de dissidentes, escondidos nas florestas, que memorizam os grandes textos da humanidade. Decalogue of Anxiety é uma colagem de dez fragmentos, um panorama da literatura mundial, de Platão a Sófocles e Calderón de la Barca, de Dostoiévski a Büchner, Tchékhov e Heiner Müller. Dez atrizes e atores europeus trabalharam estes clássicos num workshop intensivo, sob a direção de Margarita Mladenova e Ivan Dobchev, fundadores do Theatre Laboratory Sfumato, um dos rostos mais visíveis da renovação do teatro búlgaro. Decalogue of Anxiety é uma espécie de Arca de Noé transportando dez rebeldes, que literalmente são os textos que memorizaram.

Dramaturgia-


Cenografia e figurinos-
Elena Ivanova

Música
Hristo Namliev

Interpretaçãoboyer


Jerome Funk

Konstantinos Hadjisavvas
Maria Karamitri
Boris Krastev



Coprodução
sfumato1989 luxembourg

Colaboração



A inspiração para Decalogue of Anxiety nasceu de uma imagem de rebelião do livro Fahrenheit 451, de Ray Bradbury. No mun...
23/02/2023

A inspiração para Decalogue of Anxiety nasceu de uma imagem de rebelião do livro Fahrenheit 451, de Ray Bradbury. No mundo distópico descrito pelo escritor norte americano, a cultura é o pior inimigo da sociedade, os livros são procurados e queimados por "bombeiros à temperatura referida no título. Mas há um grupo de dissidentes, escondidos nas florestas, que memorizam os grandes textos da humanidade. Decalogue of Anxiety é uma colagem de dez fragmentos, um panorama da literatura mundial, de Platão a Sófocles e Calderón de la Barca, de Dostoiévski a Büchner, Tchékhov e Heiner Müller. Dez atrizes e atores europeus trabalharam estes clássicos num workshop intensivo, sob a direção de Margarita Mladenova e Ivan Dobchev, fundadores do Theatre Laboratory Sfumato, um dos rostos mais visíveis da renovação do teatro búlgaro. Decalogue of Anxiety é uma espécie de Arca de Noé transportando dez rebeldes, que literalmente são os textos que memorizaram.

Dramaturgia-


Cenografia e figurinos-
Elena Ivanova

Música
Hristo Namliev

Interpretaçãoboyer


Jerome Funk

Konstantinos Hadjisavvas
Maria Karamitri
Boris Krastev

@[1784140007154@sdragunchev]

Coprodução
sfumato1989 luxembourg

Colaboração



A inspiração para Decalogue of Anxiety nasceu de uma imagem de rebelião do livro Fahrenheit 451, de Ray Bradbury. No mun...
22/02/2023

A inspiração para Decalogue of Anxiety nasceu de uma imagem de rebelião do livro Fahrenheit 451, de Ray Bradbury. No mundo distópico descrito pelo escritor norte americano, a cultura é o pior inimigo da sociedade, os livros são procurados e queimados por "bombeiros à temperatura referida no título. Mas há um grupo de dissidentes, escondidos nas florestas, que memorizam os grandes textos da humanidade. Decalogue of Anxiety é uma colagem de dez fragmentos, um panorama da literatura mundial, de Platão a Sófocles e Calderón de la Barca, de Dostoiévski a Büchner, Tchékhov e Heiner Müller. Dez atrizes e atores europeus trabalharam estes clássicos num workshop intensivo, sob a direção de Margarita Mladenova e Ivan Dobchev,
fundadores do Theatre Laboratory Sfumato, um dos rostos mais visíveis da renovação do teatro búlgaro. Decalogue of Anxiety é uma espécie de Arca de Noé transportando dez rebeldes, que literalmente são os textos que memorizaram.

Dramaturgia-


Cenografia e figurinos-
Elena Ivanova

Música
Hristo Namliev

Interpretaçãoboyer


Jerome Funk

Konstantinos Hadjisavvas
Maria Karamitri
Boris Krastev



Coprodução
luxembourg

Colaboração



Desde a Antiguidade, a maldição que atinge os Átridas assombra o teatro ocidental. Tanto Eurípides como Racine escrevera...
15/02/2023

Desde a Antiguidade, a maldição que atinge os Átridas assombra o teatro ocidental. Tanto Eurípides como Racine escreveram sobre Agamémnon, esse pai que, para soltar os ventos necessários à partida dos exércitos gregos para T***a, sacrifica a filha Ifigénia.
interroga-se em Iphigénie sobre qual seria o destino de Ifigénia se os homens, que decidem a sua sorte, não se submetessem à autoridade dos deuses. Esta abordagem do livre-arbítrio seduziu , que explora com frequência o grito interior das mulheres nas suas encenações.
Iphigénie, espetáculo coproduzido pelo Teatro Nacional São João, de cujo elenco fazem parte dois atores portugueses, desloca o centro da história para a tessitura das relações humanas, dando a palavra à intimidade.

Tradução, Dramaturgia e assistência de encenação


colaboração coreográfica
Thierry Thieù Niang

cenografia e figurinos
Barbara Kraft

desenho de luz
Benoît Théron

desenho de som
Sophie Berger

video
Nicolas Comte

interpretação

F***y Avram


Vincent Dissez
Mireille Herbstmeyer
Julie Moreau
Philippe Morier-Genoud


Produção


Coprodução


Desde a Antiguidade, a maldição que atinge os Átridas assombra o teatro ocidental. Tanto Eurípides como Racine escrevera...
14/02/2023

Desde a Antiguidade, a maldição que atinge os Átridas assombra o teatro ocidental. Tanto Eurípides como Racine escreveram sobre Agamémnon, esse pai que, para soltar os ventos necessários à partida dos exércitos gregos para T***a, sacrifica a filha Ifigénia.
interroga-se em Iphigénie sobre qual seria o destino de Ifigénia se os homens, que decidem a sua sorte, não se submetessem à autoridade dos deuses. Esta abordagem do livre-arbítrio seduziu , que explora com frequência o grito interior das mulheres nas suas encenações.
"Clitemnestra é uma personagem gigantesca. Pede aos homens que renunciem. Constrói para nós, que a vemos hoje, uma outra memória da tragédia. Também Ifigénia decide do seu destino: "Morro porque escolhi morrer. Morro para ser esquecida. A minha morte pertence-me." Iphigénie, espetáculo coproduzido pelo Teatro Nacional São João, de cujo elenco fazem parte dois atores portugueses, desloca o centro da história para a tessitura das relações humanas, dando a palavra à intimidade.

Tradução, Dramaturgia e assistência de encenação


colaboração coreográfica
Thierry Thieù Niang

cenografia e figurinos
Barbara Kraft

desenho de luz
Benoît Théron

desenho de som
Sophie Berger

video
Nicolas Comte

interpretação

F***y Avram


Vincent Dissez
Mireille Herbstmeyer
Julie Moreau
Philippe Morier-Genoud


Produção


Coprodução


“Vida de Artistas” foi a última encenação de Jorge Silva Melo, num entusiasmado regresso a Noël Coward, depois de “Vidas...
07/02/2023

“Vida de Artistas” foi a última encenação de Jorge Silva Melo, num entusiasmado regresso a Noël Coward, depois de “Vidas Íntimas”. "Ah, como eu gosto de Noël Coward. Frívolo? Ou realmente profundo? Olha: teatral, aposto.» Estreada na Broadway em 1933 com grande sucesso crítico e comercial, a peça foi escrita para cumprir um pacto com "os Lunt" (Alfred Lunt e Lynn Fontanne), um conhecido casal do teatro americano a viver em dificuldades. O trio de protagonistas neles inspirados ensaia todas as variações, fascínios e danos de um ménage à trois, à medida que ascende ao sucesso e ao luxo. Coward descreve-os assim: "São criaturas superficiais, amorais, traças à volta da luz, incapazes de tolerar a escuridão solitária e de partilhar a luz sem colidirem, ferindo as asas umas das outras!" Nas palavras de Silva Melo, este é "um teatro de dinner jackets,
champanhe, rosas, camélias e muita malícia. Quanto veneno, quanta maldade, quanto amor perdido!"

Tradução - José Maria Vieira Mendes

Cenografia e figurinos - Rita Lopes Alves

Desenho de som - André Pires

Desenho de luz - Pedro Domingos

Coordenação técnica - João Chicó

Assistência de encenação -
Nuno Gonçalo Rodrigues
António Simão

Interpretação -
Américo Silva_
Antónia Terrinha
Jefferson Oliveira

cruzeiro 95







Vida de Artistas foi a última encenação de Jorge Silva Melo, num entusiasmado regresso a Noël Coward, depois de Vidas Ín...
06/02/2023

Vida de Artistas foi a última encenação de Jorge Silva Melo, num entusiasmado regresso a Noël Coward, depois de Vidas Íntimas. "Ah, como eu gosto de Noël Coward. Frívolo? Ou realmente profundo? Olha: teatral, aposto.» Estreada na Broadway em 1933 com grande sucesso crítico e comercial, a peça foi escrita para cumprir um pacto com "os Lunt"
(Alfred Lunt e Lynn Fontanne), um conhecido casal do teatro americano a viver em dificuldades. O trio de protagonistas neles inspirados ensaia todas as variações, fascínios e danos de um ménage à trois,
à medida que ascende ao sucesso e ao luxo. Coward descreve-os assim: "São criaturas superficiais, amorais, traças à volta da luz, incapazes de tolerar a escuridão solitária e de partilhar a luz sem colidirem, ferindo as asas umas das outras!" Nas palavras de Silva Melo, este é "um teatro de dinner jackets,
champanhe, rosas, camélias e muita malícia. Quanto veneno, quanta maldade, quanto amor perdido!"

Tradução - José Maria Vieira Mendes

Cenografia e figurinos - Rita Lopes Alves

Desenho de som - André Pires

Desenho de luz - Pedro Domingos

Coordenação técnica - João Chicó

Assistência de encenação -
Nuno Gonçalo Rodrigues
António Simão

Interpretação -
Américo Silva_
Antónia Terrinha
Jefferson Oliveira

cruzeiro 95







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