CC11 CC11 é uma associação cultural que produz e divulga projectos ligados à fotografia documental e de autor, ao vídeo e aos cartoons.

CC 11 é uma associação cultural constituída por profissionais ligados ao jornalismo visual, contando com fotojornalistas e fotógrafos documentais, repórteres de imagem e realizadores de documentários, e ainda redatores e designers, cuja finalidade é desenvolver actividades de divulgação e promoção de projectos de fotografia e vídeo, através de várias vertentes: exibição de exposições fotográficas,

de projectos multimédia e de documentários; acções de formação e debates; promoção de livros e revistas especializadas; bem como criar um espaço para apoiar os correspondentes internacionais de visita ao nosso país. Criámos em Lisboa um espaço cultural multifuncional, onde a fotografia e o vídeo são o seu fio condutor: uma galeria para exposições fotográficas; um espaço multimédia, com projeção de documentários e curtas metragens; um lugar de formação e partilha de conhecimentos, direcionado a amadores e profissionais, com debates, conferências e oficinas; uma biblioteca/livraria temática para consulta ou compra de livros e revistas de fotografia e dvd’s de características documentais; e um bar de apoio, como centro de convívio e lazer do espaço, onde todas as áreas confluem e que acompanha o horário das várias atividades diárias para confraternizar e festejar o jornalismo visual. Estamos na Rua do Centro Cultural 11, no revitalizado bairro lisboeta de Alvalade.

Inauguração DOIS SEGUNDOS NA LUZ >> qua 9 set 18h >> Pavilhão J — MitraCéu Guarda nasceu em Mora e vive em Lisboa desde...
07/09/2026

Inauguração DOIS SEGUNDOS NA LUZ >> qua 9 set 18h >> Pavilhão J — Mitra

Céu Guarda nasceu em Mora e vive em Lisboa desde então. Estudou Fotografia e Pintura na AR.CO e na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa onde também experimentou a linguagem do cinema e do audiovisual.

Desenvolve projetos autorais, individualmente e com outros artistas visuais e audiovisuais desde a década de 80 e está representada em várias coleções privadas.

Foi co- fundadora do Coletivo Kameraphoto e da KGaleria com os quais trabalhou durante mais de uma década em projetos expositivos e editoriais.

Começou a trabalhar na imprensa escrita por um acaso, primeiro como ilustradora, depois como fotógrafa e posteriormente como diretora de fotografia. Trabalhou igualmente em pesquisa de imagem histórica.

Colaborou com várias publicações portuguesas e estrangeiras ao longo de várias décadas e foi, entre outras publicações, fotógrafa residente do Jornal O Independente e Diretora de Fotografia do Jornal i do qual fez parte da equipa fundadora.

Foi sempre muito crítica em relação às fórmulas do fotojornalismo, sugerindo diferentes caminhos para a fotografia na imprensa que deixou em 2011.

Atualmente é professora na Escola Artística António Arroio e contínua o seu percurso artístico na fotografia.

O ato de viajar foi e é determinante para a sua vida e para a vida das suas imagens.

Inauguração GUERRA COM GENTE DENTRO >> qua 9 set 18h >> Pavilhão J — MitraAndré Luís Alves é fotógrafo e jornalista ...
07/09/2026

Inauguração GUERRA COM GENTE DENTRO >> qua 9 set 18h >> Pavilhão J — Mitra

André Luís Alves é fotógrafo e jornalista português, radicado na Ucrânia desde 2023, onde acompanha de perto a realidade do país e os impactos da guerra. O seu trabalho tem sido publicado em diversos órgãos de comunicação nacionais e internacionais, entre os quais a TSF, Diário de Notícias, Expresso, Público, CMTV, The New York Times, Radio Liberty, The Moscow Times, BBC e The Economist. Em 2022 foi distinguido com a bolsa do Prémio Estação Imagem, reconhecimento do seu percurso e da qualidade do seu trabalho documental. É mestre em Engenharia Física Tecnológica pelo Instituto Superior Técnico, formação que antecedeu a sua dedicação ao fotojornalismo e à reportagem. As suas fotografias são apresentadas em exposições em Portugal desde 2010 e, desde 2022, também em contextos internacionais, tendo sido exibidas na UNESCO, nos Países Baixos, e na Casa da Europa, em Londres.

Inauguração ALGARVE 63 >> qua 9 set 18h >> Pavilhão J — MitraTim Motion nasceu no Condado de Limerick, na Irlanda, e cre...
07/09/2026

Inauguração ALGARVE 63 >> qua 9 set 18h >> Pavilhão J — Mitra

Tim Motion nasceu no Condado de Limerick, na Irlanda, e cresceu em Inglaterra, para onde se mudou com os pais aos dois anos. Depois de concluir os estudos, ingressou na Royal Navy, onde serviu durante dois anos no Mediterrâneo. Terminada essa etapa da vida, dedicou-se à pintura e começou a passar férias no Algarve. Em 1961, por “acaso e destino”, expressão muito do agrado de Tim Motion, descobriu a vila piscatória de Carvoeiro, no concelho de Lagoa, onde viria a viver entre 1962 e 1975.

Foi também na década de 1960 que começou a fotografar, tendo uma Leica IIIc construída em 1952 sido a sua máquina preferida. A vida algarvia tornou-se então objecto de uma atenção prolongada, que lhe permitiu contribuir, com 14 imagens, para o livro Algarve: a portrait and a guide. Em 1967 abriu o Sobe e Desce, um dos night-clubs de referência do Barlavento algarvio. Regressou posteriormente a Londres, mas nunca perdeu a ligação ao Algarve, que continuou a visitar regularmente. Em 1978 e 1979 voltou a fotografar na região, então para a revista Algarve Life. Em 2007, apresentou na Galeria de Arte, em Carvoeiro, algumas das fotografias que tinha realizado em 1963.

A partir de Londres, desenvolveu uma carreira profissional especializada em fotografia aérea, realizada a partir de helicópteros, pequenas aeronaves e balões de ar quente. Fotografou para o livro Tunisie... La magie du Sud. Fotografou igualmente numerosos espectáculos e músicos de jazz e blues, actividade que iniciou em 1971, no primeiro Cascais Jazz Festival. Parte desse trabalho foi reunida em livro.

Em 2016, novamente por “acaso e destino”, cruzou-se nas redes sociais com Nuno de Santos Loureiro, então director dos Encontros de Fotografia de Lagoa. Dessa troca de mensagens nasceu o livro Algarve 63, apresentado em Julho de 2017, em simultâneo com uma exposição no Parque Municipal do Sítio das Fontes, em Estômbar. Em 2018, a mesma exposição foi apresentada na Biblioteca da Universidade do Algarve, Faro.

Tim Motion faleceu em Londres, a 2 de abril de 2026. Em sua memória e celebrando a sua profunda ligação ao Algarve, a MFA apresenta Algarve 63, na Galeria da Mitra, em Lisboa, entre setembro e outubro de 2026.

Mostra de Fotografia e Autores – MFA Lisboa 2026A Mostra de Fotografia e Autores – MFA Lisboa regressa para a sua 4.ª ed...
05/09/2026

Mostra de Fotografia e Autores – MFA Lisboa 2026

A Mostra de Fotografia e Autores – MFA Lisboa regressa para a sua 4.ª edição, entre setembro e dezembro, com uma programação dedicada à fotografia de autor e documental. Organizada pela associação cultural CC11, a edição deste ano reúne oito exposições de fotógrafos portugueses e estrangeiros, de diferentes gerações e percursos, distribuídas por cinco espaços da cidade: Casa da Imprensa, Pavilhão J da Mitra, Mercados Municipais da Ribeira e de Campo de Ourique e Jardins do Bombarda.

A programação começa nos Jardins do Bombarda, onde, a partir de 5 de setembro, o pinhal acolhe Raspberries for Christmas, de Marc Schroeder. A exposição estabelece um diálogo entre as fotografias e a paisagem envolvente, propondo uma reflexão sobre a vulnerabilidade dos ecossistemas e sobre as formas como habitamos e transformamos os territórios.

A partir de 9 de setembro, o Pavilhão J da Mitra, em Marvila, reúne três exposições. Dois segundos na luz, de Céu Guarda, com curadoria de Vítor Nieves, apresenta uma retrospectiva do percurso da fotógrafa e parte da sua própria distinção entre o século XX e o século XXI enquanto dois tempos distintos da experiência fotográfica.

Guerra com gente dentro, de André Luís Alves, vencedor do Prémio CC11 de Fotografia 2026, reúne 25 fotografias realizadas desde 2022 na Ucrânia, acompanhando a guerra e a realidade das populações que a vivem.

Com curadoria de Nuno de Santos Loureiro, Algarve 63, de Tim Motion, recupera uma série realizada pelo fotógrafo britânico no Algarve durante as décadas de 1960 e 1970. Às imagens que registam a vida e a autenticidade da região nos anos 60 juntam-se fotografias realizadas depois do 25 de Abril de 1974, revelando as transformações de uma sociedade perante uma nova realidade.

A partir de 16 de setembro, o Mercado de Campo de Ourique recebe dois projectos. Em exposição na loja 26, Outras Paisagens, de Manuel Falcão, acompanha a recolha de materiais destinados à reciclagem e reutilização, revelando um universo quotidiano pouco visível. Nas bancas 8 e 9, Chão que não se pisa, não dá fruto, de João Pedro Almeida, aborda as contradições do território do Pinhal Interior, marcado pela relação entre o fogo, a destruição, a sobrevivência e os modos de vida das populações.

No dia 23 de setembro, a Casa da Imprensa apresenta uma retrospectiva do trabalho do fotojornalista Manuel Moura, que começou a fotografar em 1967 e desenvolveu grande parte do seu percurso em agências noticiosas, até à reforma na Agência Lusa. Com curadoria de António Pedro Santos, a exposição percorre um trabalho construído em torno da ideia de que uma fotografia pode fixar a notícia e permanecer na memória.

A programação de exposições encerra no Mercado da Ribeira, a partir de 30 de setembro, com A Cidade e o Mar, que reúne dois projectos distintos. Rui Soares Esteves apresenta uma selecção de fotografias sobre Lisboa, cidade à qual regressou depois de vários anos a viver em Nova Iorque. Eduardo Leal documenta, por seu lado, um raro grupo de mulheres pescadoras nos Açores, revelando uma realidade que contraria os estereótipos tradicionalmente associados ao papel da mulher na pesca.

Ao longo de dois meses, a MFA Lisboa propõe assim um percurso por diferentes geografias, tempos e formas de olhar, aproximando a fotografia dos lugares onde a vida acontece. A diversidade dos autores e dos temas reflecte a vontade da CC11 de promover a fotografia como instrumento de reflexão sobre o presente, preservação da memória e conhecimento dos territórios.

Todas as exposições têm entrada livre. Os horários, moradas e informações detalhadas sobre cada exposição estão disponíveis no site e nas redes sociais da CC11.

Sáb 05 set 18:00RASPBERRIES FOR CHRISTMASde Marc SchroederCuradoria Françoise PoosRaspberries for Christmas, do fotógraf...
05/09/2026

Sáb 05 set 18:00

RASPBERRIES FOR CHRISTMAS
de Marc Schroeder
Curadoria Françoise Poos

Raspberries for Christmas, do fotógrafo luxemburguês Marc Schroeder, é apresentada no âmbito da 4.a edição da Mostra de Fotografia e Autores – MFA Lisboa, encontrando no pinhal dos Jardins do Bombarda um contexto particularmente significativo.

Instalada neste espaço verde, a exposição estabelece um diálogo directo entre as fotografias e a paisagem que as envolve, convidando os visitantes a reflectir sobre a vulnerabilidade dos ecossistemas e sobre as formas como habitamos e transformamos os territórios onde vivemos.

DOIS SEGUNDOS NA LUZUma retrospectiva de Céu GuardaCuradoria de Vítor NievesToda exposição é uma escolha. Quando propus ...
04/09/2026

DOIS SEGUNDOS NA LUZ
Uma retrospectiva de Céu Guarda
Curadoria de Vítor Nieves

Toda exposição é uma escolha. Quando propus esta retrospectiva de Céu Guarda, essa escolha partia de uma dupla vontade: olhar de forma abrangente para um percurso fundamental da fotografia portuguesa e construir, ao mesmo tempo, uma exposição capaz de ultrapassar o contexto e o momento em que era apresentada.

Céu Guarda ocupa um lugar singular na fotografia portuguesa
das últimas décadas. O seu percurso acompanha transformações profundas na forma de produzir, pensar e olhar imagens, atravessando diferentes momentos da fotografia, diferentes modos de circulação e diferentes relações entre a experiência pessoal e a construção de uma linguagem fotográfica. Reunir esse percurso não significa, porém, reconstruí-lo cronologicamente. A opção foi trabalhar a partir de uma constelação de imagens, aproximando tempos, gestos e preocupações que, colocados em relação, permitem outras possibilidades de leitura.

O título Dois segundos na luz nasce de uma distinção proposta
pela própria autora: o século XX e o século XXI como dois tempos profundamente diferentes da experiência fotográfica. Entre eles não existe apenas uma mudança tecnológica. Há uma alteração radical na prática, na quantidade de imagens que produzimos e consumimos, na nossa exposição permanente às câmaras e na própria forma como o olhar se relaciona com o mundo. A exposição parte dessa fractura, mas procura também observar as continuidades: aquilo que permanece, aquilo que se transforma e aquilo que Céu Guarda reinventa ao longo do seu percurso.

Uma retrospectiva pode facilmente transformar-se numa tentativa de fixar uma obra, estabelecendo uma narrativa definitiva sobre aquilo que foi. Aqui, o interesse reside precisamente no contrário: voltar a abrir o percurso, fazendo emergir relações entre imagens distantes e permitindo que o conjunto seja visto a partir do presente.

Depois de Guimarães, Dois segundos na luz chega agora a Lisboa, integrada na Mostra de Fotografia e Autores. A exposição continua, assim, a deslocar-se e a produzir novas relações, confirmando uma ideia que esteve na sua origem: uma retrospectiva não precisa de ser um ponto de chegada.

Como lembra Georges Didi-Huberman, “montar é pensar”. E talvez seja também através da deslocação que uma exposição continua a pensar: colocando-a em circulação, fazendo-a encontrar novos contextos e devolvendo-a, uma vez mais, ao olhar.

Vítor Nieves

GUERRA COM GENTE DENTROAndré Luís AlvesEntrei na Ucrânia a 27 de Fevereiro de 2022, já a invasão em larga escala tinha c...
04/09/2026

GUERRA COM GENTE DENTRO
André Luís Alves

Entrei na Ucrânia a 27 de Fevereiro de 2022, já a invasão em larga escala tinha começado. O meu voo de Lisboa no dia 24 de Fevereiro foi cancelado. Fiquei em Kyiv quando a maioria dos jornalistas estrangeiros saíram. Era o único português.
Tinha vivido no país em 2017, e sabia que esta guerra era existencial para os ucranianos. Se Kyiv caísse perderiam o país. Desde 2022 documentei a guerra ao longo dos mais de 1200 quilómetros de linha da frente e em quase todo o país.
A Ucrânia torna-se não só guerra para mim, mas também casa. Era difícil explicar em Lisboa o que estava viver, e em 2023 decidi viver aqui a tempo inteiro.
Conheci centenas de famílias, ajudei e fui ajudado. Fiz amigos. Sem eles as minhas inúmeras reportagens não teriam sido possíveis. Este é o meu testemunho de quatro anos de guerra a quatro mil quilómetros de Portugal.
A guerra com gente dentro que vivi e vivo. Uma ode a quem defende a Ucrânia em direcção ao sonho europeu que sempre existiu desde a sua independência, em 1991.

ALGARVE 63 Tim MotionCuradoria de Nuno de Santos LoureiroOs anos em que Tim Motion viveu no Algarve, na vila piscatória ...
04/09/2026

ALGARVE 63
Tim Motion
Curadoria de Nuno de Santos Loureiro

Os anos em que Tim Motion viveu no Algarve, na vila piscatória de Carvoeiro, foram, certamente, os anos em que descobriu a fotografia. Começou com uma máquina simples, uma Ricoh Auto 35, que utilizava para fazer rápidos apontamentos de paisagem. Pouco depois, inspirado por Henri Cartier- Bresson, passou para uma Leica IIIc, fabricada em 1952. Nessa época, era ainda um fotógrafo amador, fascinado pela dimensão social e antropológica da imagem, tendo os algarvios como os seus protagonistas preferidos.
O seu olhar perspicaz e a capacidade de se integrar entre as gentes
da região permitiram-lhe construir, ao longo desses anos, um valioso corpo de trabalho fotográfico. A sua cultura europeia terá também contribuído para essa forma particular de olhar e interpretar a realidade algarvia. Dominava a luz e os enquadramentos e, sobretudo, soube aproximar-se das pessoas sem perturbar a espontaneidade dos momentos que registava, preservando nas suas imagens a naturalidade dos gestos, das expressões e, muitas vezes, o sorriso dos retratados.
Algarve 63, livro e exposição, é uma consequência desse corpo de trabalho, mas também de um feliz encontro nas redes sociais, no início de 2015, e da escolha de um curador de fotografia genuinamente algarvio. Ao trabalho realizado nos anos 1960 vieram juntar-se imagens feitas depois do 25 de Abril de 1974. Dessa inesperada sinergia emergiu um Algarve estremunhado, a tentar acordar, compreender e adaptar-se a uma nova realidade, onde a emergência do turismo se cruzava com a abrupta chegada da revolucionária liberdade.
Quando, em 1975, deixou de viver no Algarve, Tim Motion regressou a Londres. Em Portugal deixou ficar a fotografia enquanto prática amadora e no Reino Unido iniciou uma nova etapa da sua vida, tornando-se fotógrafo profissional. O jazz e as imagens aéreas, entre outros temas, passaram a ocupar o centro da sua actividade fotográfica. O Algarve ficou, e ficará para sempre, com um estatuto singular na obra do ilustre fotógrafo irlandês.
Foi um tempo de descoberta. Para nós, que hoje olhamos para estas fotografias, continua a sê-lo: através do olhar verdadeiramente singular de Tim Motion, descobrimos uma região e as suas gentes, em momentos irrepetíveis da sua história.

Nuno de Santos Loureiro

Na próxima quarta-feira, 9 de setembro, às 18h, inauguramos três exposições no Pavilhão J da Galeria da Mitra, em Marvil...
03/09/2026

Na próxima quarta-feira, 9 de setembro, às 18h, inauguramos três exposições no Pavilhão J da Galeria da Mitra, em Marvila.

Venham conhecer os projectos fotográficos de Céu Guarda, André Luís Alves e Tim Motion, numa tarde dedicada à fotografia e ao encontro.

Estamos à vossa espera!

No próximo sábado, 5 de setembro, às 18h, inauguramos Raspberries for Christmas, de Marc Schroeder, dando início à 4.ª e...
31/08/2026

No próximo sábado, 5 de setembro, às 18h, inauguramos Raspberries for Christmas, de Marc Schroeder, dando início à 4.ª edição da Mostra de Fotografia e Autores – MFA Lisboa.
Instalada no pinhal dos Jardins do Bombarda, a exposição encontra neste espaço um contexto particularmente significativo, estabelecendo um diálogo entre as fotografias e a paisagem que as envolve. Um trabalho que nos convida a olhar para a vulnerabilidade dos ecossistemas e para as formas como habitamos e transformamos os territórios onde vivemos.
A inauguração contará com a presença do autor.
Esperamos por vocês.

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