FOTOS by Daniel Jorge

FOTOS by Daniel Jorge Página dedicada à publicação de fotografias de Daniel Jorge Espero que gostem e agradeço os vossos comentários. Obrigado

A fotografia é um hobby de a longa data, tendo já publicado na Net em vários sites (Olhares, Reflexos entre outros) alguns dos trabalhos. Nos últimos anos este hobby esteve um pouco esquecido fruto das circunstancias da vida, mas esta a ressurgir. Caso alguém pretenda para utilização profissional/comercial de alguma imagem, por favor entrem em contacto através do email [email protected].

Detalhes… No reino encantado de Trás-os-Montes... o Dolmen/Anta de Zedes…“O homem vive preocupado em viver muito e não e...
03/06/2026

Detalhes… No reino encantado de Trás-os-Montes... o Dolmen/Anta de Zedes…
“O homem vive preocupado em viver muito e não em viver bem, quando na realidade não depende dele o viver muito, mas sim o viver bem.” - Lúcio Aneu Sêneca

O Dolmen ou Anta de Zedes envolta em nevoeiro numa fria manhã de inverno.
Trata-se de monumento funerário Megalítico do período Neo-Calcolítico (provavelmente dos finais do IV milénio/ inícios do III milénio a.C), designado localmente com o topónimo Casa da Moura, numa curiosa e relativamente comum "anti-cristianização" de realizações pré-históricas.
Mantêm-se ainda em bom estado de conservação, preservando-se a sua câmara poligonal e um corredor orientado a nascente. A anta de Zedes estrutura-se com oito esteios imbricados, incluindo a pedra de cabeceira e a respectiva tampa do monumento funerário. No 2º, 3º e 4º esteios do lado sul, na sua parte interna, conservam-se alguns vestígios de pinturas a ocre cujos contornos e motivos se encontram mal definidos, embora sejam representadas algumas linhas onduladas encimadas por um "báculo". Este monumento tem sido alvo de frequentes publicações e é um dos imóveis mais conhecidos e estudados da região transmontana (Informação retirada do site Património Cultural - Direcção-Geral do Património Cultural.)
(41°16'32.78"N 07°17'36.73"W) Zedes - Carrazeda de Ansiães - Bragança - Trás-os-Montes – Região Norte - Portugal

©Daniel Jorge https://www.facebook.com/fotos.djtc

Detalhes… O reino encantado de Trás-os-Montes... O por do sol na Aldeia de Montesinho…“O carinho é responsável por nove-...
02/06/2026

Detalhes… O reino encantado de Trás-os-Montes... O por do sol na Aldeia de Montesinho…
“O carinho é responsável por nove-décimos de qualquer felicidade sólida e durável existente nas nossas vidas.” - C. S. Lewis

Um belo final de dia na aldeia de Montesinho num soalheiro dia de inverno, onde o contraluz dos frondosos castanheiros com o amarelo do por-do-sol cria uma imagem fantástica.
Montesinho é uma aldeia típica transmontana, “encaixada” nos contrafortes da Serra da qual ganhou o nome “Montesinho”, a cerca de 1000 metros de altitude, em pleno Parque Natural de Montesinho, faz fronteira com Espanha, onde a exposição viva de paisagens, a simplicidade e afeto das gentes, aliada a uma arquitetura singular são motivos que apelam à nossa visita.
A aldeia contradiz a “retorica” do abando, e encontramos uma aldeia praticamente toda recuperada, mas genuína, é composta por várias casas que mantém a arquitectura popular transmontana, construídas em granito com telhados em lousa de Xisto e varandas em madeira, um verdadeiro lugar de aconchego.
Fazer um passeio pelos arredores da aldeia em pleno parque natural, é uma verdadeira delícia em qualquer época do ano, em particular na primavera e verão, é um passeio de contrastes, onde o verde das pastagens se mistura com flores de todas as cores e o vermelho dos bosques.
Texto baseado na página oficial da CM de Bragança e na página “Aldeias de Portugal”
(41°56'21.33"N 06°45'52.32"W) – Montesinho – Bragança - Trás-os-Montes – Região Norte - Portugal

©Daniel Jorge https://www.facebook.com/fotos.djtc

Detalhes… no reino encantado de Trás-os-Montes… na aldeia de Gostei…“A vida é o pânico num teatro sem chamas.” - Jean-Pa...
01/06/2026

Detalhes… no reino encantado de Trás-os-Montes… na aldeia de Gostei…
“A vida é o pânico num teatro sem chamas.” - Jean-Paul Sartre

A Igreja provavelmente construída no século XVIII e o Pelourinho do século XIII, na aldeia de Gostei
A Igreja de São Cláudio e o Pelourinho localizados no largo central da aldeia transmontana de Gostei, são dois monumentos históricos fundamentais para o entendimento do antigo estatuto de autonomia e a identidade medieval desta localidade do Nordeste Transmontano.
Igreja Paroquial de Gostei também conhecida localmente por Igreja de São Cláudio, reflete importantes traços da história e da arte religiosa da região, apresenta uma arquitetura essencialmente barroca, com provável construção ou remodelação profunda no século XVIII. Possui uma planta longitudinal de nave única e uma capela-mor.
A sua fachada principal, é rematada por frontão irregular, com óculo circular, vazado, no tímpano, truncado por sineira, de duas ventanas, de arco de volta perfeita, sobrepujada por cornija rematada por cruz latina sobre acrotério, ladeada por pináculos e por aletas em dupla espiral. Portal moldurado, enquadrado por pilastras que suportam v***a recta, rematado por frontão trapezoidal contendo nicho, desnudo, enquadrado por aletas de dupla espiral.
No interior destacam-se os altares decorados em talha policroma de grande valor artístico regional. Embora o edifício visível seja barroco, o local tem uma forte raiz medieval e até romana. No adro da igreja foram documentadas sepulturas medievais escavadas na rocha e, no seu interior, foram encontradas duas epígrafes da época romana.
O pelourinho ergue-se bem em frente à fachada da igreja matriz e é o símbolo máximo do antigo concelho medieval. Gostei recebeu uma carta de foral concedida pelo rei D. Dinis em 1289, criando o concelho de Gostei e Castanheira. O município pertenceu mais tarde à Casa de Bragança e manteve autonomia judicial própria até ser extinto nas reformas administrativas do século XIX. Do ponto de vista arquitetônico, é um monumento de traço muito simples, rústico e de modestas dimensões. Assenta numa base ou plataforma de degraus quadrangulares de granito. O seu fuste (a coluna central) é curto, liso e cilíndrico, sendo rematado no topo por uma peça tosca em formato cónico ou tronco-piramidal, sem decorações complexas. Está classif**ado como Imóvel de Interesse Público desde 1933.
(Informação obtida no site do “SIPA – Sistema de Informação para o Património Arquitetônico da Direção-Geral do Património Cultural” e na página oficial da CM de Bragança)
(41°47'29.13"N 06°49'11.57"W)Largo do Pelourinho - Gostei – Bragança – Trás-os-Montes – Região Norte Portugal

©Daniel Jorge https://www.facebook.com/fotos.djtc

Detalhes... no reino encantado de Trás-os-Montes... Castelo de Bragança...“As pessoas mais desiludidas na vida são as qu...
31/05/2026

Detalhes... no reino encantado de Trás-os-Montes... Castelo de Bragança...
“As pessoas mais desiludidas na vida são as que só recebem aquilo que merecem.” – Sacha Guitry

Torre de Menagem e a torre da Princesa no castelo de Bragança
Este belo castelo f**a na região de Trás-os-Montes, no extremo nordeste do país, à margem do rio Fervença, e é um dos mais importantes e bem preservados castelos portugueses.
Do alto de seus muros avistam-se as serras de Montesinho e de Sanabria (a norte), a de Rebordões (a nordeste) e a de Nogueira (a oeste).
Alguns historiadores, referem que, pela importância de sua posição estratégica sobre a raia com a Galiza, em 1187 Bragança recebeu Carta de Foral de D. Sancho I. Este soberano dotou, à época, a povoação com a primeira cerca amuralhada (Março de 1188).
Sob o reinado de D. Dinis, em 1293 determinou-se erguer um segundo perímetro amuralhado, o que indica a prosperidade e importância atribuída ao povoado.
No século XIV já sob o reinado de D. Fernando, recebeu obras de beneficiação. Nesta fase, tendo este soberano se envolvido na disputa sucessória de Castela, Bragança foi cercada e conquistada pelas tropas castelhanas, retornando à posse portuguesa apenas mediante a assinatura do Tratado de Alcoutim em 1371.
D. João procedeu-lhe, a partir de 1409, à modernização e reforço das defesas, obras inscritas na tarefa maior que se impôs, de reforço daquela fronteira. O casamento de D. Afonso (1° Conde de Bragança), filho bastardo de D. João I, com D. Beatriz, filha de D. Nuno Álvares Pereira, inaugurou a Casa de Bragança. Data desse período a construção da imponente torre de menagem, estando as obras concluídas por volta de 1439, no reinado de seu sucessor, D. Duarte. D. Afonso V elevou a vila de Bragança à condição de cidade em 1466. Sob o reinado de D. Manuel I, a povoação e seu castelo encontram-se figurados por Duarte de Armas (Livro das Fortalezas, c. 1509).
(41°48'14.32"N 06°44'54.85"W) – Bragança – Trás-Os-Montes – Região Norte - Portugal

©Daniel Jorge https://www.facebook.com/fotos.djtc

Detalhes… Recantos da Lisboa encantada… as Escadinhas de São Cristóvão…“Na vida, nós somente dependemos de alguém que co...
30/05/2026

Detalhes… Recantos da Lisboa encantada… as Escadinhas de São Cristóvão…
“Na vida, nós somente dependemos de alguém que confie, que não desista de nos. Uma âncora, um apoio, um ferrolho, um colo." - Fabrício Carpinejar

Detalhes dos recantos e das escadinhas de Lisboa…
É um encanto perdemo-nos a deambular, subindo e descendo, as várias escadarias, rua e vielas de uma das mais belas capitais Europeias, a nossa Lisboa.
Quando se desce as Escadinhas de São Cristóvão, deparamo-nos com um mural “Streat-Art que homenageia o FADO, representando muitos dos mais importantes os intervenientes desta mística música tão portuguesa e tão Lisboeta.
Segundo os estudiosos o fado é um estilo musical português. Embora a sua origem seja objeto de debate, enquanto canção popular urbana, desenvolveu-se sobretudo a partir de Lisboa, no final do século XIX.
A palavra fado vem do latim fatum, ou seja, "destino", é a mesma palavra que deu origem às palavras fada, fadario, e "correr o fado".
Na primeira metade do século XX, o fado foi adquirindo grande riqueza melódica e complexidade rítmica, tornando-se mais literário e mais artístico. Os versos populares são substituídos por versos elaborados e começam a ouvir-se as décimas, as quintilhas, as sextilhas, os alexandrinos e os decassílabos. Durante as décadas de 30 e 40, o cinema, o teatro e a rádio vão projectar esta canção para o grande público, tornando-a de alguma forma mais comercial. A figura do fadista nasce como artista. Esta foi a época de ouro do fado onde os tocadores, cantadores saem das vielas e recantos escondidos para brilharem nos palcos do teatro, nas luzes do cinema, para serem ouvidos na rádio ou em discos.
Surgem então as Casas de Fado e com elas o lançamento do artista de fado profissional. Para se poder cantar nestas Casas era necessário carteira profissional e um repertório visado pela Comissão de Censura, bem como, um estilo próprio e boa aparência. As casas proporcionavam também um ambiente de convívio e o aparecimento de letristas, compositores e intérpretes.
Já em meados do século XX, o fado iniciou a sua conquista pelo mundo, tornando-se muito famoso também fora de Portugal.
O fado foi elevado à categoria de Património Cultural e Imaterial da Humanidade pela UNESCO numa declaração aprovada no VI Comité Intergovernamental desta organização internacional, realizado em Bali, na Indonésia, entre 22 e 29 de Novembro de 2011.
(38°42'45.75"N 9° 8'9.24"W) Escadinhas de São Cristóvão - Lisboa – Portugal

©Daniel Jorge https://www.facebook.com/fotos.djtc

Detalhes… No “Reino Encantado” do Douro…o Santuário de Nossa Senhora dos Remédios…“Nunca te deixes afetar pelas coisas q...
29/05/2026

Detalhes… No “Reino Encantado” do Douro…o Santuário de Nossa Senhora dos Remédios…
“Nunca te deixes afetar pelas coisas que só tem importância secundária.” - Carlos Bernardo González Pecotche

Passear por Lamego, seja de dia ou mesmo de noite, não f**amos indiferentes ao escadório monumental que sobe o Monte de Santo Estevo e que f**a coroado com o Santuário de Nossa Senhora dos Remédios.
Esta monumental construção foi iniciada 1750 e finalizada em 1905, no local do santuário, a devoção popular no local, remonta a uma capela, sob a invocação de Santo Estêvão, erguida em 1361.
Com o passar do tempo, a devoção a Santo Estêvão diminuiu, tenso sido substituída pela devoção à Virgem. A devoção dos que a ela recorriam em busca de alívio para as doenças deu origem, por sua vez, à devoção a Nossa Senhora dos Remédios.
O actual templo apresenta, em sua fachada de traços ao estilo barroco e rococó. A sua fachada é ladeada por torres sineiras.
No interior, destaca-se o altar-mor com a imagem da Nossa Senhora dos Remédios esculpida em madeira, e três vitrais com as imagens de Nossa Senhora da Conceição, do Sagrado Coração de Jesus e da Anunciação.
Os dois altares laterais são dedicados aos pais da virgem (São Joaquim e Santa Ana). Numa das paredes do santuário encontram-se painéis de azulejos com cenas da vida da Virgem.
No exterior destaca-se o escadório monumental de acesso ao santuário, com 686 degraus, desenvolvendo-se em nove lances, ornamentados com capelas, estátuas, fontes e obeliscos. Num desses patamares - o chamado "Pátio dos Reis", é de destacar as imagens de dezoito Reis de Israel, pertencentes à árvore genealógica da Virgem. Na base do escadório encontram-se quatro figuras alusivas às quatro estações do ano.
(41° 5'34.83"N 07°48'50.25"W) Lamego – Viseu - Região Norte - sub-região do Douro – Portugal

©Daniel Jorge https://www.facebook.com/fotos.djtc

Detalhes… no “Reino” dos Algarves… Porta Manuelina da Ermida de Nossa Senhora da Conceição…“Há coisas que são boas por a...
28/05/2026

Detalhes… no “Reino” dos Algarves… Porta Manuelina da Ermida de Nossa Senhora da Conceição…
“Há coisas que são boas por alguns instantes, outras por algum tempo. Só algumas são para sempre.” - Olavo de Carvalho

Portal Manuelino da Ermida de Nossa Senhora da Conceição em Alcoutim, é o que resta da reedif**ação durante o segundo decénio do século XVI sobre o patrocínio dos Condes de Alcoutim.
A Ermida de Nossa Senhora da Conceição, também conhecida como Igreja de Santa Maria, é um dos edifícios religiosos mais antigos de Alcoutim.
Desconhece-se a data em que foi inicialmente edif**ada, os documentos referem-na como sendo muito antiga e designam-na como Igreja de Santa Maria. encontrava do lado de fora das muralhas de Alcoutim, junto à Porta de Tavira.
Ao longo dos tempos sofreu diversas obras, destacando-se a reedif**ação durante o século XVI com estilo manuelino que já pouco resta, e da intervenção do Século XVIII sobrevive a escadaria, em traço Barroco.
A ermida apresenta um altar-mor com uma mesa decorada com azulejos hispano-árabes do Século XVI, e um retábulo Barroco, em estilo nacional, adornado com talha dourada e colunas com figuras simbólicas.
(37°28'12.08"N 7°28'26.02"W) Alcoutim - Faro - Algarve - Portugal



©Daniel Jorge https://www.facebook.com/fotos.djtc

Detalhes… Na Rota do Românico… Ponte Medieval da Panchorra.“O passado está atrás, aprende com ele. O futuro está à frent...
27/05/2026

Detalhes… Na Rota do Românico… Ponte Medieval da Panchorra.
“O passado está atrás, aprende com ele. O futuro está à frente, prepara-te para ele. O presente está aqui, vive-o.” - Tomas Monson

A Ponte Medieval (Românica) da Panchorra, com duplo arco de volta perfeita, contradiz a fórmula frequente de pontes medievais em cavalete erguidas em lugares onde o vale é mais apertado.
Localizada numa povoação cujas primeiras referências históricas remontam a 1258 e provavelmente deve a sua construção à necessidade de providenciar o acesso seguro ao termo agrícola da povoação que se estende para lá do curso do rio Cabrum.
Situada junto a povoação da Panchorra, no extremo sudoeste do concelho de Resende, em pleno planalto da serra do Montemuro e sobre o rio Cabrum, a Ponte da Panchorra foi, durante décadas, erradamente considerada uma ponte romana. A provável existência de um itinerário romano que junto dela passava terá contribuído para esta associação.
Esta é uma das pontes que fazem parte da Chamada Rota do Românico (http://www.rotadoromanico.com/)
(41° 0' 50.33" N 07° 58' 30.27" W) Panchorra - União das Freguesias de Ovadas e Panchorra – Resende – Viseu – Portugal

©Daniel Jorge https://www.facebook.com/fotos.djtc

Detalhes… No reino mágico de Sintra... Palácio Nacional de Queluz (Séc. XVIII)...“Viver é enfrentar um problema atrás do...
26/05/2026

Detalhes… No reino mágico de Sintra... Palácio Nacional de Queluz (Séc. XVIII)...
“Viver é enfrentar um problema atrás do outro. O modo como você o encara é que faz a diferença.” - Benjamin Franklin

O Palácio Nacional de Queluz e os seus jardins constituem um notável conjunto monumental que apresenta uma vivência intimista da corte portuguesa de Setecentos, ao mesmo tempo que representa momentos de extraordinária relevância histórica e de afirmação do poder real.
Apresenta-nos a evolução do gosto da corte nos séculos XVIII e XIX, marcada sobretudo por influências francesas e italianas, quer nos espaços interiores, quer nos jardins, num período que percorre o barroco, o rocaille e o neoclássico, constitui uma vocação essencial deste Palácio, enquanto instituição que privilegia o conhecimento, a interpretação e a fruição de um conjunto monumental de incontornável referência no património arquitectónico e paisagístico português.
O Palácio Nacional de Queluz, é um dos últimos grandes edifícios em estilo rococó erguidos na Europa, foi mandado construir em 1747 pelo Infante D. Pedro, futuro D. Pedro III por casamento com sua sobrinha D. Maria I e foi a residência de veraneio favorita da família real até 1794, altura em que passa a Residência permanente.
Serviu como um discreto lugar de encarceramento para a rainha Maria I enquanto da sua loucura, em particular após a morte de D. Pedro em 1786. Após o incêndio que atingiu o Palácio da Ajuda em 1794, o Palácio de Queluz tornou-se a residência oficial do príncipe regente português, o futuro D. João VI, e de sua família. Permaneceu assim até a fuga da família real para o Brasil em 1807, devido à invasão francesa em Portugal
Doado ao Estado em 1908, abriu como Museu de Artes Decorativas em 1940, exibindo actualmente em ambientes de época colecções de mobiliário, pintura, cerâmica, ourivesaria, escultura e tapeçaria, provenientes na sua maioria da Casa Real. Desde 1957, o Palácio de Queluz é também Residência Oficial de Chefes de Estado.
(Informação obtida na página "Património Cultural - Direção-Geral do Património Cultural")
(38°45'1.79"N 09°15'33.78"W) Largo Palácio Nacional - Queluz – Sintra - Lisboa – Portugal

©Daniel Jorge https://www.facebook.com/fotos.djtc

Detalhes... Em Alcobaça… Real Abadia de Santa Maria de Alcobaça…“O importante de uma caminhada, não é o tempo percorrido...
25/05/2026

Detalhes... Em Alcobaça… Real Abadia de Santa Maria de Alcobaça…
“O importante de uma caminhada, não é o tempo percorrido, mas sim a onde nós queremos chegar.” - Michel Franklly

A Real Abadia de Santa Maria de Alcobaça também conhecido como Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça, ou mais simplesmente como Mosteiro de Alcobaça, é a primeira obra plenamente gótica erguida em solo português.
D. Afonso Henriques primeiro rei de Portugal doou e coutou muitas terras na região de Alcobaça a S. Bernardo, e cerca de 1152 iniciou-se a construção provisória do mosteiro em Alcobaça. A carta de doação foi assinada por D. Afonso Henriques no ano seguinte, 1153. Os primeiros monges de Alcobaça, monges brancos, tiveram uma acção civilizadora notável: em 1269 abrem a primeira escola pública. Também desempenharam acções de assistência e beneficência através da botica, a farmácia, e da esmola da portaria.
O mosteiro é constituído por uma igreja ao lado da sacristia e, a norte, por três claustros seguidos, sendo cada um circundado, na sua totalidade, por dois andares, assim como também por uma ala a sul. Os claustros, inclusive o mais antigo, possuem, igualmente, dois andares. Os edifícios à volta dos claustros mais recentes possuem três andares. O edifício completo ainda hoje possui uma área de construção de 27.000 m² e uma área total de pisos de 40.000 m². A área construída, juntamente com o claustro sul, terá tido a dimensão de 33.500 m². A fachada principal do mosteiro, da igreja e da ala norte e sul tem uma largura de 221 m, tendo o lado norte ca. de 250 m.
Entre 1178 e 1240, a igreja e o primeiro claustro foram construídos no estilo pré-gótico, da passagem do românico, tendo a Igreja sido inaugurada em 1252 -é a primeira obra plenamente gótica erguida em solo português. Os edifícios do lado sul foram provavelmente construídos no século XIV. No último terço do século XVI, iniciou-se a construção do Claustro da Levada que se ligava ao claustro medieval norte. Por último, entre o século XVII e a metade do século XVIII construiu-se o Claustro da Biblioteca (ou do Rachadoiro).
Dentro da igreja encontram-se os túmulos dos reis D. Afonso II datado de 1224 e de D. Afonso III, D. Beatriz, mulher de D. Afonso III, e três dos seus filhos, e um outro sarcófago pertence a D. Urraca, a primeira mulher de D. Afonso II.
E os magníficos Sarcófagos de D. Pedro I, e o de D. Inês de Castro, que ainda hoje atribuem um grande signif**ado e esplendor à igreja. Os túmulos pertencem a uma das maiores esculturas tumulares da Idade Média. Quando subiu ao trono, D. Pedro I tinha dado ordem de construção destes túmulos para que lá fosse enterrado o seu grande amor, D. Inês, que tinha sido cruelmente assassinada pelo pai de D. Pedro I, D. Afonso IV. Este pretendia, também, ser ele próprio ali enterrado após a sua morte. As cenas, pouco elucidativas, representadas nos túmulos, ilustram cenas da História de Portugal, são de origem bíblica ou recorrem simplesmente a fábulas.
O Mosteiro está classif**ado como Património da Humanidade pela UNESCO. Em 7 de Julho de 2007, foi eleito como uma das sete maravilhas de Portugal
(39°32'54.50"N 8°58'49.35"W) Praça 25 de Abril - Alcobaça– Leiria – Região Centro - Portugal

©Daniel Jorge https://www.facebook.com/fotos.djtc

Endereço

Cabanas
Quinta Do Anjo

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando FOTOS by Daniel Jorge publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para FOTOS by Daniel Jorge:

Compartilhar

Categoria